Saiba a história do dinheiro e veja 3 dicas de como usá-lo melhor

A diversidade é uma característica que permeia a humanidade, desde o início dos tempos. Por isso, os seres humanos utilizam suas diferentes aptidões para trabalhar e produzir diversos artefatos importantes para sua sobrevivência e conforto. Nesse cenário, torna-se imprescindível a troca de produtos – o que culmina no desenvolvimento do dinheiro e toda a sua história.

Se o seu objetivo é saber lidar melhor com seus recursos, continue lendo este artigo e conheça a história do dinheiro e como ela pode ajudar você a usar melhor o seu patrimônio. Confira! 

Como se deu o início da história do dinheiro?

Na idade antiga, o ser humano precisava de recursos para sobreviver. Ao tornar-se sedentário, ele começou a criar animais, a plantar e a pescar em grupo. Foi, então, que surgiu a primeira forma de “escambo”: o homem que pescava peixes a mais trocava parte deles por legumes que o homem que cuidava das plantações havia colhido em excesso.

Com o passar do tempo, os artigos trocados também foram variando, passando a incluir o sal – produto raro e útil que era usado como pagamento, daí a origem da palavra “salário”.

No entanto, conforme o mundo progredia, essas trocas tornavam-se mais inviáveis, o que originou o método de pagamento a partir de moedas metálicas com valores e pesos padronizados e com marcas oficiais do governo que as havia emitido, as quais foram cunhadas pela primeira vez pelo Estado grego no século VII a.C.

O metal foi escolhido como matéria prima das moedas por possuir propriedades como:

  • divisibilidade;

  • raridade;

  • não ser corrosivo;

  • praticidade;

  • beleza.

Feitas primeiramente de ouro e prata, as moedas se modificaram ao longo do tempo e foram substituídas por metais mais comuns.

Como foi o surgimento das primeiras notas?

O acúmulo de riquezas em moedas e objetos demandava uma proteção maior dos bens por parte de quem os possuísse. Assim, surgiram os bancos, que guardavam em segurança as riquezas das pessoas e davam-lhes recibos escritos identificando a quantia guardada, que logo tornaram-se meios de pagamento, originando as primeiras cédulas de “papel-moeda”, por volta de 1600 na Europa.

O próximo passo deu-se a partir do momento que as instituições bancárias começaram a produzir cédulas que representavam valores diferentes em papéis especiais, a fim de evitar falsificações, o que fez surgir o sistema monetário dos países.

Como fazer um bom uso do dinheiro?

É importante ter em vista que o dinheiro passou a existir a partir do momento em que se fez necessária uma representação do esforço que um trabalho exigia para produzir algo, isso somado ao valor do artigo, que é determinado a partir da oferta e da procura.

Para dar o devido valor ao dinheiro, é preciso refletir o quanto vale o esforço de cada pessoa em seu trabalho, a fim de produzir algo ou prestar determinado serviço. É importante ressaltar que cada indivíduo deve valorizar a própria riqueza a partir de si mesmo, a fim de fazer melhor uso de seus recursos. Existem algumas dicas pré-definidas para esse fim.

1. Equilibre seu orçamento entre gastos e economias

No caminho em direção à independência financeira, busque balancear suas decisões entre o que é necessário gastar e economizar. O padrão comumente seguido é utilizar metade dos ganhos para viver e guardar a outra metade.

2. Evite comprar tudo aquilo que for supérfluo

Lembre-se sempre do quanto é necessário trabalhar para ganhar certo valor que você deseja gastar e pense se o benefício do gasto é compatível ao esforço.

A necessidade de trabalhar muito para adquirir algo simples e essencial para a vida é sinal de que os seus esforços estão sendo desvalorizados. A indicação é procurar alternativas de remuneração mais justas.

3. Busque formas seguras de investir seu dinheiro

Por fim, invista o seu dinheiro acumulado de forma segura, equilibrando a medida de investimentos de baixo e alto risco. Todo o processo pode ser feito através de investimentos online de forma prática. Assim, você evita que seus recursos sejam desvalorizados e pode até ganhar muito com a supervalorização de certos investimentos.  

Se você gostou de saber sobre a história do dinheiro, é curioso e deseja saber mais sobre finanças pessoais e formas de investir, siga-nos no Facebook e no LinkedIn e acompanhe nosso conteúdo.

 

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