O que está acontecendo com as criptomoedas?

Nas últimas semanas, muita coisa aconteceu no nosso mercado de criptomoedas e com isso surgem algumas dúvidas. Por isso, preparamos esse post para tentar explicar um pouco do atual cenário, no Brasil e no mundo. Vamos começar pelo início do ano passado, para contextualizar o momento, tudo bem? Vamos lá:

O ano passado foi bastante negativo para os preços do Bitcoin. Saímos de uma forte valorização onde o Bitcoin bateu 20 mil dólares, para o patamar de 3 mil dólares em Dezembro. Durante o ano todo, apenas 3 meses (Fevereiro, Abril e Julho) apresentaram valorização no preço. E nenhum desses meses foi consecutivo, ou seja, sempre um crescimento foi seguido por uma forte correção negativa.

À partir de Agosto, pelos próximos 3 meses, Bitcoin ficou praticamente estagnado em US$6.400. Se por um lado as quedas tinham parado, por outro não havia nenhum sinal de recuperação. Até que em meados de Novembro, iniciou-se mais uma grande queda, dessa vez levando o Bitcoin ao patamar de US$3.100 em Dezembro. Este foi o ponto mais baixo do ano.

As coisas começaram a mudar logo em seguida: 1 semana depois, o Bitcoin já tinha recuperado cerca de 20% do seu preço, sendo cotado acima dos 4 mil dólares. Uma pechincha se pensarmos na cotação atual que está na casa dos 8 mil dólares, mas para quem veio de 3 mil, isso já foi uma belíssima recuperação.

Com a virada do ano, o Bitcoin parece ter deixado os “piores dias” para trás, e já nos primeiros três meses do ano, 2 deles apresentaram valorização. Foi a primeira vez que isso aconteceu desde o fim de 2017. Isso animou bastante o mercado, pois finalmente os preços começaram a mostrar claros sinais de que o “Bear Run” tinha finalmente chegado ao fim.

A comprovação disso veio no início de Abril: em 1 semana, o preço do Bitcoin saltou de 4 mil dólares para 5.2 mil dólares. Essa ultravalorização trouxe um volume imenso de compradores interessados em investir novamente no Bitcoin, o que gerou um efeito bola de neve importantíssimo para o mercado. Hoje, enquanto escrevo esse artigo, o preço do Bitcoin está em US$7.800, representando um aumento de quase 100% em relação ao dia 1º de abril, 50 dias atrás, e de 150% em relação ao preço mais baixo lá de meados de Dezembro.

Por isso, o cenário agora é extremamente positivo. O volume negociado mundialmente está batendo recordes. O número de transações diárias está no mesmo patamar em que estava em Novembro de 2017. A diferença é que esse movimento atual é muito menos “emotivo” do que foi em 2017. Hoje o mercado está mais evoluído e o Bitcoin não é mais visto como “underground”. Existem diversos projetos grandes que já envolvem o Bitcoin ou o Blockchain. Existem carteiras digitais que permitem que seus usuários comprem ações americanas (Apple, Amazon, Nike…) com criptomoedas. Recentemente foi divulgado que Starbucks, Nordstrom e Whole Foods já estão aceitando criptomoedas como forma de pagamento.

É verdade, ainda estamos muito longe do mundo “ideal”, onde o Bitcoin é aceito em quase 100% dos estabelecimentos, assim como o dinheiro em espécie ou um cartão de crédito/débido, por exemplo. Mas estamos caminhando – rapidamente – para lá.


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