Entenda como investir em criptomoedas

Quando o assunto é investimento, as criptomoedas são a novidade que mais chama a atenção, tanto de quem já opera no mercado quanto de quem começa agora a investir.

Grosso modo, trata-se de moedas virtuais que não têm um órgão regulador. Elas surgem a partir de um processo digital denominado mineração, que se baseia na capacidade de processamento de um computador. Mas, afinal, como investir em criptomoedas?

Justamente por conta dessa dúvida, muitas pessoas ainda têm resistência em adquirir esse tipo de investimento. O fato de ele ser baseado totalmente em tecnologia financeira e em um banco de dados compartilhado, sem o intermédio de uma instituição tradicional, pode ser motivo de insegurança para muitos.

Apesar disso, as vantagens dessa alternativa de investimento são grandes. Entre elas estão a grande diversidade de moedas disponíveis no mercado, a alta rentabilidade e a possibilidade de diversificação do risco da sua carteira.

Então, está curioso para descobrir como investir em criptomoedas e ter sucesso? Acompanhe as dicas abaixo!

Como escolher a moeda ideal para investir

Para quem opta pela comercialização das criptomoedas, em vez da mineração propriamente dita, a negociação pode ser feita por meio de corretoras de valores.

O funcionamento é semelhante à compra e venda de ações. As variações de preço — assim como com qualquer moeda — podem proporcionar rendimentos interessantes para investidores dispostos a entrar nesse mercado. 

Quanto a isso, escolher a moeda ideal dentre o leque de criptomoedas disponíveis pode parecer um grande desafio. No entanto, conhecendo bem as possibilidades oferecidas e determinando antes o seu perfil de investidor, é possível realizar essa tarefa com segurança.

As principais moedas em alta hoje em dia são: Bitcoin, Ethereum, Ripple e Litecoin. Vejamos um pouco sobre cada uma delas.

Bitcoin

A mais popular dentre as criptomoedas, o Bitcoin apresenta volatilidade alta e foi alvo de questionamentos no último ano, por especialistas que o acusam de representar uma bolha. Ainda assim, também foi responsável por criar os primeiros bilionários do Bitcoin, os irmãos Cameron e Tyler Winklevoss

A sua comercialização é acessível e pode ser feita por meio da maioria das corretoras que já operam outros produtos financeiros.

Ethereum

Ainda que se baseie, como o Bitcoin, no sistema de banco de dados blockchain, a Ethereum tem a sua criação atrelada à programação de qualquer tipo de tarefa imaginável, prometendo entregar em 2018 um desempenho melhor que a outra criptomoeda.

Ripple

Quando falamos da Ripple — opção apontada por muitos como a segunda mais valiosa entre as criptomoedas —, é importante ressaltar que não se trata, de fato, de uma moeda.

Ela não pode ser transacionada, minerada ou usada para fazer compras. O seu objetivo é facilitar as transações monetárias entre diferentes países — e é justamente esse diferencial que pode estar por trás da sua enorme valorização.

Litecoin

Criado como uma moeda alternativa, que corrigia algumas das falhas encontradas em outras criptomoedas, o Litecoin ganhou a denominação de “moeda leve”. Sua mineração, vale destacar, precisa ser feita a partir de um software próprio.

 

Como se dá a verificação de segurança das transações

A segurança das transações é sempre uma questão delicada. Pode, inclusive, ser motivo de desconforto para quem está pensando em se inserir nesse mundo e quer aprender como investir em criptomoedas.

A boa notícia é que esse aspecto é garantido pelo próprio banco de dados: ao se registrar as transações, elas são validadas pela rede a partir de códigos matemáticos. É por isso que não há necessidade do intermédio de instituições financeiras, como no caso das transações com moeda física.

Essa verificação por códigos matemáticos reduz altamente a possibilidade de erros e fraudes — fator que deve tranquilizar quem se preocupa com a segurança e ocorrências questionáveis nas transações.

Como pode ser observado na própria mecânica de cada moeda, algumas opções são mais seguras que as outras. Ainda assim, de modo geral, a transação e a negociação de criptomoedas é considerada uma atividade segura — o que não deve ser confundido com o seu risco do investimento.

Como comprar e guardar criptomoedas

A forma de compra é diferente para cada moeda. Enquanto algumas criptomoedas são transacionadas em corretoras — consolidadas no mercado e reconhecidas pelo trabalho com outros tipos de investimento — outras dependem de plataformas próprias e contas internacionais. Isso também deve ser levado em conta na hora de escolher a moeda.

Muitas das outras criptomoedas ainda dependem do Bitcoin para serem comercializadas. Ou seja, o investidor precisa comprá-lo para, então, adquirir alguma outra no mercado. A compra do Bitcoin, por sua vez, é feita por exchanges — instituições semelhantes a casas de câmbio, que tratam de negociar a criptomoeda para pessoas físicas.

Bem como outras aplicações, depois da compra a criptomoeda é armazenada em uma carteira de investimentos. Sabendo disso, é imprescindível manter uma boa carteira e operar por meio de uma corretora em que você confie, com taxas interessantes de administração e rendimento.

Enfim, agora você já sabe como investir em criptomoedas! Essa novidade do mercado financeiro tem mesmo atraído muita a atenção dos investidores. Como vimos, a compra é uma ótima alternativa para diversificar a sua carteira e minimizar os riscos — prática que o conhecimento financeiro prova ser a melhor maneira de maximizar os seus retornos.

Além disso, quem tem interesse em transacionar esse ativo deve se manter sempre atualizado, acompanhando as oscilações de cada opção para escolher as que mais se encaixam na sua carteira. Essa é a chave para colher bons frutos não só no investimento de criptomoedas, mas também de outros papéis disponíveis no mercado.

Agora, se você gostou deste artigo e deseja se aprofundar ainda mais no assunto, aproveite para conferir também estes 4 livros que todo investidor precisa ler!

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