Como fazer o dinheiro render? Conheça os 5 melhores investimentos

Optar pelos melhores investimentos nem sempre é uma tarefa fácil. Hoje, sabemos que muitos já criaram a consciência de que é preciso fazer o dinheiro obter o melhor rendimento possível, mas nem todos conseguem esse feito.

Mas fique tranquilo, pois não se trata de algo impossível! Como primeiro passo para conquistar tal objetivo, podemos destacar o conhecimento sobre as variadas formas de investir a quantia para, assim, entender quais delas são as mais rentáveis e quais podem se encaixar melhor em seu perfil de investidor.

E foi pensando nisso que preparamos uma lista com 5 dos melhores investimentos. Está interessado? Continue acompanhando conosco!

1. Bitcoins

Começamos com o Bitcoin. Para quem não sabe, estamos falando da moeda virtual mais famosa do mundo, que vem demonstrando ser um dos melhores investimentos do mercado. 

A grande peculiaridade do Bitcoin é não haver nenhum órgão controlador em sua operação. Ou seja: a moeda não é controlada pelo Governo nem por um Banco Central e, por isso, é considerada descentralizada.

A proposta (não só do Bitcoin, mas de quase todas as criptomoedas) é justamente essa: independência e transparência. Isso porque suas transações são criptografadas, garantindo a segurança de todas as suas movimentações por meio da tecnologia — um exemplo é o Blockchain.

A tendência é que a moeda continue com o ritmo de crescimento que vem registrando desde 2017, quando fechou o ano valendo quase 10 mil dólares, e demonstre ser uma das opções mais rentáveis da atualidade. Apesar disso, ainda é considerado um investimento de alta volatilidade.

O crescimento do Bitcoin se deve à alta adesão do mercado e de investidores de peso, que passaram a acreditar na criptomoeda. Muitos acreditam que encontraram uma maneira de investir em algo que não seja controlado por empresas e governos, tal como o ouro. É justamente essa a ideia de tal tipo de investimento.

Geralmente, quem investe em Bitcoin está disposto a correr mais riscos, devido à alta volatilidade da moeda (sobre a qual comentamos acima). Mesmo assim, sua alta rentabilidade vem demonstrando que se trata de uma opção que pode valer muito a pena!

2. Tesouro Direto

O Tesouro Direto foi criado pelo Tesouro Nacional e é considerado um investimento de Renda Fixa. Na prática, o Governo vende e compra títulos públicos a fim de financiar ações que focam no desenvolvimento do país — principalmente aquelas relacionadas à infraestrutura. Então, esses títulos são disponibilizados para qualquer cidadão.

O risco dessa modalidade é praticamente zero, sendo que ela rende muito mais do que a poupança (podendo chegar a render mais do que o dobro). Porém, é preciso ter em mente que, para obter esse ganho, o investidor não poderá se desfazer dele antes do vencimento.

Nesse universo, existem dois tipos de títulos: os pré-fixados e os pós-fixados. A diferença entre eles é que o primeiro já tem seu rendimento definido no momento da compra, sendo que o segundo é, geralmente, atrelado à SELIC ou à inflação.

Ou seja: na primeira opção, é possível saber o retorno no momento do investimento; na segunda, somente no momento do resgate. O Tesouro Direto é indicado para quem quer realizar um investimento com mais segurança, visto que seu risco é baixíssimo, mas não está disposto a perder dinheiro com a poupança.  

3. CDB

CDB é a sigla para Certificado de Depósito Bancário, que também é considerado um investimento de Renda Fixa. Ele nada mais é do que um título emitido pelos bancos com o objetivo de captar dinheiro a partir de pessoas físicas.

Seu rendimento também pode acontecer por meio de uma taxa pré-fixada ou pós-fixada. Nessa última, o cálculo é feito com base no CDI (Certificado de Depósito Interbancário), que é a taxa de juros que os bancos pagam para emprestar dinheiro entre eles. Você já deve imaginar que o CDI pode variar ao longo do ano, mesmo que de forma moderada.

O CDB também é considerado um investimento de baixo risco. Isso se deve ao fato de ter cobertura do Fundo Garantidor de Crédito, que garante o reembolso de qualquer prejuízo caso o banco quebre, por exemplo.

Apesar disso, trata-se de um investimento com alta liquidez. Portanto, ele também se encaixa a perfis de investidores mais conservadores e moderados, que têm o objetivo de fazer seu dinheiro render mais, mas sem correr grandes riscos.

4. LCI e LCA

Outros investimentos rentáveis e de baixo risco, assim como o CDB, são as LCIs e as LCAs. Estamos falando das Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio, que são emitidas pelos bancos com a finalidade de auxiliar a movimentação financeira nos setores que dão nome aos títulos.

Um dos pontos positivos desse investimento é a isenção da cobrança de imposto de renda, justamente para incentivar a adesão a ele. Porém, sua rentabilidade é baixa, visto que o dinheiro só pode ser movimentado após o vencimento do título.

Devido a seu baixo risco, esse também é um dos investimentos preferidos para quem tem o perfil mais moderado, bem como condições de deixar o valor rendendo pelo prazo do vencimento do título.

5. Fundos de Ações

Por fim, apresentamos uma opção de investimento para quem pretende correr mais riscos ao aplicar seu dinheiro. Por outro lado, as chances de ganho são bem maiores. Estamos falando dos Fundos de Ações.

Assim como diz o nome, essa modalidade é voltada para o mercado de ações, sendo operada na Bolsa de Valores. Existem dois tipos de fundos: o aberto e o fechado.

O fechado exige que o dinheiro seja aplicado por um tempo mínimo, em que não há a possibilidade de retirada. Já no aberto, o investidor poderá retirá-lo a qualquer momento. Por esse motivo, podemos dizer que os fundos abertos têm uma alta liquidez, ao passo que os fechados apresentam uma baixa liquidez.

Vale ressaltar que esse investimento é considerado de alto risco, pois depende do desempenho da empresa ou da instituição que está por trás da ação.

Não se esqueça de que, além de conhecer os melhores investimentos, é preciso ter um bom planejamento financeiro, Assim, você pode entender qual é o melhor valor a ser aplicado nas aplicações escolhidas.

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