O que está acontecendo com as criptomoedas?

Nas últimas semanas, muita coisa aconteceu no nosso mercado de criptomoedas e com isso surgem algumas dúvidas. Por isso, preparamos esse post para tentar explicar um pouco do atual cenário, no Brasil e no mundo. Vamos começar pelo início do ano passado, para contextualizar o momento, tudo bem? Vamos lá:

O ano passado foi bastante negativo para os preços do Bitcoin. Saímos de uma forte valorização onde o Bitcoin bateu 20 mil dólares, para o patamar de 3 mil dólares em Dezembro. Durante o ano todo, apenas 3 meses (Fevereiro, Abril e Julho) apresentaram valorização no preço. E nenhum desses meses foi consecutivo, ou seja, sempre um crescimento foi seguido por uma forte correção negativa.

À partir de Agosto, pelos próximos 3 meses, Bitcoin ficou praticamente estagnado em US$6.400. Se por um lado as quedas tinham parado, por outro não havia nenhum sinal de recuperação. Até que em meados de Novembro, iniciou-se mais uma grande queda, dessa vez levando o Bitcoin ao patamar de US$3.100 em Dezembro. Este foi o ponto mais baixo do ano.

As coisas começaram a mudar logo em seguida: 1 semana depois, o Bitcoin já tinha recuperado cerca de 20% do seu preço, sendo cotado acima dos 4 mil dólares. Uma pechincha se pensarmos na cotação atual que está na casa dos 8 mil dólares, mas para quem veio de 3 mil, isso já foi uma belíssima recuperação.

Com a virada do ano, o Bitcoin parece ter deixado os “piores dias” para trás, e já nos primeiros três meses do ano, 2 deles apresentaram valorização. Foi a primeira vez que isso aconteceu desde o fim de 2017. Isso animou bastante o mercado, pois finalmente os preços começaram a mostrar claros sinais de que o “Bear Run” tinha finalmente chegado ao fim.

A comprovação disso veio no início de Abril: em 1 semana, o preço do Bitcoin saltou de 4 mil dólares para 5.2 mil dólares. Essa ultravalorização trouxe um volume imenso de compradores interessados em investir novamente no Bitcoin, o que gerou um efeito bola de neve importantíssimo para o mercado. Hoje, enquanto escrevo esse artigo, o preço do Bitcoin está em US$7.800, representando um aumento de quase 100% em relação ao dia 1º de abril, 50 dias atrás, e de 150% em relação ao preço mais baixo lá de meados de Dezembro.

Por isso, o cenário agora é extremamente positivo. O volume negociado mundialmente está batendo recordes. O número de transações diárias está no mesmo patamar em que estava em Novembro de 2017. A diferença é que esse movimento atual é muito menos “emotivo” do que foi em 2017. Hoje o mercado está mais evoluído e o Bitcoin não é mais visto como “underground”. Existem diversos projetos grandes que já envolvem o Bitcoin ou o Blockchain. Existem carteiras digitais que permitem que seus usuários comprem ações americanas (Apple, Amazon, Nike…) com criptomoedas. Recentemente foi divulgado que Starbucks, Nordstrom e Whole Foods já estão aceitando criptomoedas como forma de pagamento.

É verdade, ainda estamos muito longe do mundo “ideal”, onde o Bitcoin é aceito em quase 100% dos estabelecimentos, assim como o dinheiro em espécie ou um cartão de crédito/débido, por exemplo. Mas estamos caminhando – rapidamente – para lá.


Já abriu a sua conta na BitcoinTrade? Invista à partir de R$50 e aproveite o momento do mercado!

Você sabe o que é Ripple? Confira nesse post sua importância

O mundo das criptomoedas é muito vasto. Ele cresceu tanto que, atualmente, é muito mais que simplesmente o Bitcoin. Afinal, existem outras criptomoedas, aplicações, bem como outros recursos promissores que só enriquecem esse mundo. Hoje, vamos falar sobre um deles: você sabe o que é Ripple?

O Ripple é um protocolo de pagamento que foi criado em 2004, mas começou a ganhar força somente em 2012. Esse protocolo utiliza o blockchain para substituir a tecnologia obsoleta dos bancos, principalmente quando o objetivo é processar pagamentos.

Se você ficou interessado em saber mais sobre esse recurso, que é considerado um dos principais nesse mundo das criptomoedas, continue acompanhando a leitura do post!

O que é Ripple?

Explicando melhor o que é Ripple, já falamos que se trata de um protocolo, não é mesmo? Pois bem, esse recurso auxilia na realização de um objetivo muito importante no mercado financeiro: permitir que os pagamentos sejam realizados de maneira segura e instantânea, de forma totalmente gratuita, independente da quantidade monetária que será transferida.

A grande novidade que o Ripple traz para esse mercado está na sua compatibilidade com diversos tokens, os que representam moedas físicas, milhas, ouro ou qualquer outro tipo de dinheiro.

O Ripple conta com uma criptomoeda que se chama XRP. A sua relevância é tão grande que está em terceiro lugar no ranking das criptomoedas, perdendo somente para o Bitcoin e o Ethereum, que são moedas muito fortes.

Destacamos aqui também uma grande curiosidade do Ripple: foi criado com o objetivo de fornecer capacidade para os bancos competirem com as criptomoedas, pois disponibiliza uma tecnologia para que essas instituições possam se equiparar com essa nova onda do mercado financeiro, que nada mais é do que o próprio mundo das criptmoedas. Ou seja, o Ripple é uma criptomoeda que contraria a ideologia das criptomoedas.

Quais são as características do Ripple?

Agora que você já sabe mais sobre o que é Ripple, bem como o seu contexto de criação, vamos apresentar algumas das suas características. Confira abaixo a lista que preparamos com as principais delas para você saber.

Foi criada por uma empresa

A empresa por trás do seu desenvolvimento se chama OpenCoin, que possui fundadores especialistas no tema de moedas digitais. Para se ter uma ideia, os desenvolvedores da empresa tem uma boa bagagem de conhecimento no tema do Bitcoin.

Além disso, a empresa é investida por fundos de investimentos bem conceituados no mundo inteiro, um grande exemplo deles é o fundo Andreessen Horowitz.

É semelhante ao Bitcoin

Podemos dizer que, em alguns aspectos, o Ripple é muito semelhante ao Bitcoin. A começar pelo fato da XRP ter um formato de moeda digital com base em fórmulas matemáticas, além de contar com um número limitado de moedas que podem ser mineradas.

Aliás, as suas transações podem ser feitas no formato P2P, ou seja, dois usuários conseguem realizar essa operação entre si, sem a necessidade da existência de um intermediador para realizar a transação. Isso fornece segurança em relação à possibilidade da ocorrência de fraudes.

Número de Ripples existentes

Assim como falamos anteriormente, há um número limitado de Ripples existentes. Hoje, podemos dizer que esse número é cerca de 100 bilhões, em que uma parte dessa quantidade foi liberada para a circulação, enquanto a empresa criadora manteve para si o restante. Nos próximos tópicos, vamos falar mais sobre isso.

Sinergia com o Bitcoin

Além das semelhanças, o Ripple possui uma certa sinergia com o Bitcoin, visto que há o posicionamento claro do protocolo ser um complemento do Bitcoin, sem cogitação nenhuma de ser um concorrente.

Nesse sentido, a rede do Ripple permite a transferência de qualquer moeda, seja ela uma moeda tradicional ou virtual. Além disso, o seu protocolo conecta o Bitcoin com outras criptomoedas, facilitando a transferência e conversão entre si. Ele ainda fornece muito mais rapidez para o processamento das suas transações.

Como é feita a distribuição do Ripple?

Já comentamos anteriormente sobre a quantidade de Ripple existente no mundo, agora vamos dar mais detalhes sobre a sua distribuição. Pois bem, quando a XRP foi criada, 20% ficou na mão de seus criadores e 80% foi doada para instituições de caridade, por meio de uma instituição chamada Ripple Labs.

Em 2017, foi criado um contrato inteligente que permite apenas o uso de 1 bilhão de XRP por mês pela Ripple Labs. Hoje, podemos estimar que há mais de 40 bilhões de XRP em circulação no mercado.

Um fato interessante sobre o Ripple é que uma parte mínima de XRP é destruída a cada transação realização. Pode não parecer muita coisa, mas isso contribui para o aumento do seu valor de mercado. Estima-se atualmente que mais de 7 milhões de XRP já foram destruídas.

Como as transações de Ripple são validadas?

Para entender melhor como funciona as transações em Ripple, primeiramente é preciso entender o seu processo de consenso, que nada mais é do que a maneira como o seu algoritmo funciona. Antes de mais nada, entenda que esse algoritmo é aplicado em todos os nós da rede em questão de segundos, o que garante a concordância da rede de forma instantânea.

Quando o consenso é atingido, o Ledger (a estrutura que representa o registro de uma transação) é considerado “fechado”, o que mostra qual é o estado atual da rede, validando o processo de consenso.

É importante saber também que a rede conta com diversos servidores que reúnem as transações que não foram validadas. Além disso, criam uma lista para que entrem nesse processo de validação conforme uma votação de todos os servidores presentes na rede.

Dessa forma, uma transação pode ser validada o mais rápido possível quando comparada com outras tecnologias de criptomoedas. Reforçamos também que há diversas regras que evitam que fraudes aconteçam, tornando o Ripple rápido e eficiente.

Agora que você já sabe o que é Ripple, deu para notar que é um recurso importante no mundo do mercado das criptomoedas, não é mesmo? Para saber de mais novidades e acessar conteúdos como esse, curta a nossa página do Facebook!

Casa de Nakamoto: o que você precisa saber sobre o projeto?

Falar sobre dinheiro é um tabu para muitas pessoas, e criptomoedas pode ser um tema ainda mais complexo de ser abordado. Com o intuito de dar ao público a chance de conhecer mais o universo das moedas digitais é que a Casa de Nakamoto foi criada em 2017.

No local, curiosos e entusiastas podem aprender um pouco mais sobre o assunto em conversas com especialistas, conhecer detalhes da história de Satoshi Nakamoto considerado o pai do Bitcoin e até mesmo ter a experiência de realizar transações utilizando a moeda digital.

Você ficou curioso para conhecer mais sobre a Casa de Nakamoto? Continue a leitura para saber maiores detalhes da iniciativa!

Um lugar onde se “respira” Bitcoin

O primeiro estabelecimento foi colocado à disposição do público em 2017, na cidade de Viena, Áustria, um dos destinos europeus mais conhecidos quando o assunto é criptomoedas. A Casa de Nakamoto é popularmente conhecida como “loja de varejo para Bitcoin”. Entretanto, os responsáveis afirmam que o espaço está à disposição para servir como ponto de encontro entre especialistas e entusiastas do assunto.

Com a intenção de pulverizar o uso e presença da moeda em capitais europeias, a cidade de Amsterdã, na Holanda, conhecida também por ser um dos maiores pólos do uso desse tipo de dinheiro, foi escolhida para abrigar o segundo endereço dessa iniciativa. 

O que ensinam na Casa de Nakamoto?

O surgimento do Bitcoin, em 2008, revolucionou o mercado financeiro. Muitos atribuem tal mudança à tecnologia inserida no desenvolvimento da criptomoeda, o “blockchain”, e também ao modo como é feito o controle das transações, mineração de dados e os valores de mercado da moeda digital.

No entanto, uma década se passou e existem ainda muitas dúvidas a respeito de como fazer uso de moedas digitais de maneira eficaz, quais são os riscos, entre outros pontos. A Casa de Nakamoto coloca à disposição dos visitantes especialistas empenhados em explicar os fundamentos das criptomoedas e como utilizá-las de maneira eficaz.

Além disso, os interessados em ter a experiência de realizar transações com moedas digitais podem adquirir kits iniciais, compostos com uma carteira de hardware que pode ser carregado com Bitcoin e outras moedas, e realizar compras na Bitcoin Store.

Como usar criptomoedas mundo afora?

À medida que a capitalização do mercado tem se tornado compatível com o uso de moedas digitais, principalmente o Bitcoin, diversos debates vieram à tona a respeito da legitimidade e das transações realizadas com esse tipo dinheiro. Parte da discussão se deve ao fato de que: uma vez que há a regulamentação da moeda, o governo do país passa a ter alguma autoridade sobre a moeda, o que vai de encontro à ideologia dessa forma de transação.

No caso do Brasil, o Bitcoin não é proibido, mas a moeda também não foi legalizada. Existe um projeto de lei em andamento na Câmara que “dispõe sobre a inclusão das moedas virtuais e programas de milhagem aéreas na definição de ‘arranjos de pagamento’”, sob o Banco Central. Entretanto, é possível negociar criptomoedas livremente no país por meio do uso de exchanges, como a BitcoinTrade, e declarar esse tipo de ativo digital no Imposto de Renda.

Para quem quer usar as moedas digitais como forma de pagamento em outros países, é possível ver em quais lugares o Botcoin está em processo de regulamentação no site do Bitcoin Regulation World.

Caso você não tenha hoje a possibilidade de ir para a Europa conhecer lugares como a Casa de Nakamoto e quer aprender mais sobre o assunto, siga o BitcoinTrade nas redes sociais e acompanhe todas as informações sobre essa moeda digital!

Bloco Gênesis: conheça a história do primeiro bloco de Bitcoin

Em 3 de janeiro de 2019, o Bitcoin completou sua primeira década. Foi nessa data, no ano de 2009, que Satoshi Nakamoto minerou o primeiro bloco da moeda virtual — o Bloco Gênesis. A identidade do criador da moeda permanece desconhecida e ainda gera diversos questionamentos, além de inspirar mitos.

Desde então, a criptomoeda não parou de crescer e ganhou popularidade, a sua tecnologia — o blockchain — permitiu a criação de diversas outras moedas virtuais, além de ganhar inúmeras aplicações. Quer saber como foi a incrível história da criação do Bitcoin e a mineração do Bloco Genesis? É só continuar a leitura!

O mundo em 2009

O Bitcoin foi a primeira moeda virtual e a aplicação pioneira da tecnologia que viria a ser conhecida depois como blockchain. Em outubro de 2008, Satoshi Nakamoto lançou o white paper do Bitcoin, no qual explicava o conceito e como funcionaria a moeda virtual que seria minerada pela primeira vez dali a dois meses.

Vale lembrar o que estava acontecendo no mundo naquele momento: um mês antes, em setembro, o banco de investimentos norte-americano Lehman Brothers havia declarado aquela que até hoje é a maior falência dos Estados Unidos.

A data se tornou um marco para a crise das hipotecas que vinha se instalando e que se espalharia por todo o globo. Abalou não mais apenas o mercado imobiliário, mas todo o sistema financeiro e a economia real, causando desemprego e recessão em diversos países. Seus reflexos são sentidos até hoje.

O nascimento do Bitcoin

O bloco Gênesis, também conhecido como bloco #0, contém os 50 primeiros Bitcoins e foi lançado em 3 de janeiro de 2009, depois de levar 6 dias sendo minerado. Para comparar, atualmente a mineração de um bloco como esse levaria apenas alguns minutos.

A primeira transação em Bitcoin foi realizada em 12 de janeiro de 2009. Nesse dia, Satoshi enviou 10 Bitcoins para Hal Finney, um programador que ficou conhecido justamente por ser o primeiro usuário da moeda virtual no mundo.

Finney morreu em 2014, vítima da doença degenerativa esclerose lateral amiotrófica (ELA), e investiu todos os seus Bitcoins no processo de congelamento de corpos para serem ressuscitados no futuro, uma tecnologia conhecida como criopreservação. O seu próprio corpo se mantém congelado dessa forma.

A declaração de propósito

Um dos fatos mais interessantes sobre a criação do Bitcoin é que o Bloco Gênesis traz uma mensagem criptografada que é, ao mesmo tempo, uma prova da sua data de nascimento e uma declaração de propósito.

Seu código faz alusão à manchete do The Times, do dia 3 de janeiro de 2009, que dizia: “The Times 03/Jan/2009 Chancellor on brink of second bailout for banks”. A matéria relata que Alistair Darling, então chanceler do exército do Reino Unido, estava considerando um segundo resgate para os bancos do Reino Unido, o que acabou se concretizando um ano mais tarde.

Assim, o lançamento do Bitcoin representa a liberdade em relação aos governos e bancos centrais e uma soberania monetária absoluta, que é justamente um dos diferenciais das criptomoedas. Vale lembrar novamente que a tecnologia da moeda nasceu em meio a uma das maiores turbulências financeiras das últimas décadas.

Nesses últimos dez anos, o Bitcoin cresceu e se popularizou rapidamente, abrindo espaço para a criação de cerca de 700 moedas digitais, como o Ethereum, o Litecoin e muitas outras. Além disso, o blockchain vem ganhando inúmeras aplicações, devido à segurança que proporciona para as mais complexas operações.

Gostou de conhecer a história do Bloco Gênesis? Então aproveite para continuar a leitura e saber mais sobre o Satoshi e sua relação com os Bitcoins!

7 mitos sobre o Bitcoin: descubra o que é verdade e mentira

Se você vive no planeta Terra, já deve ter ouvido falar do Bitcoin. Desde que surgiu, a moeda digital vem ocupando cada vez mais espaço nos noticiários e se popularizando entre os investidores. No entanto, seu funcionamento permanece um mistério para alguns e há uma série de mitos sobre Bitcoin.

A falta de conhecimento pode afastar algumas pessoas desse tipo de investimento e ainda contribuir para disseminar informações que não correspondem à verdade. Por isso, elaboramos este artigo no qual vamos desvendar 7 mitos sobre Bitcoin. Acompanhe!

1. Bitcoin é anônimo

É verdade que as informações contidas no blockchain são apenas códigos, sem identificação de CPF nem nenhum nome.

No entanto, assim como todo tráfego online, as transações com Bitcoins podem ser rastreadas. As técnicas para isso são as mesmas usadas para rastrear um e-mail ou outras informações digitais.

Além disso, em algum momento o detentor da moeda virtual vai ter que fazer transações com o mundo físico, transformando suas moedas virtuais em dólares ou reais, por exemplo. Para isso, ele precisa ter uma conta em uma exchange. E, para abrir essa conta, a pessoa precisa apresentar a sua documentação e comprovar a sua identidade.

2. Bitcoin é ilegal

O Bitcoin ainda é uma “criança”. As primeiras moedas foram lançadas em 2009. A maioria dos países, portanto, optou por acompanhar o seu desenvolvimento e criar algumas regulações, em vez de proibi-lo.

O site Bitcoin Regulation traz um mapa-múndi que mostra o status legal da moeda virtual em cada um dos países que tem um posicionamento sobre o tema. No Brasil, a moeda é legal, mas ainda não conta com uma regulamentação específica. A posição do Banco Central é que não haverá regulamentação por enquanto, embora também afirme que acompanha os desenvolvimentos.

A Câmara dos Deputados conta com uma comissão para discutir a regulamentação da moeda. O projeto de lei PL2303/2015 “dispõe sobre a inclusão das moedas virtuais e programas de milhagem aéreas na definição de ‘arranjos de pagamento’ sob a supervisão do Banco Central”.

Mesmo sem uma regulamentação específica, deve-se fazer a declaração de Bitcoins no Imposto de Renda. A Receita Federal disponibiliza orientações para fazer a declaração de posse e ganhos com as moedas virtuais.

3. Governos podem “desligar” a moeda

Existem países que proíbem as negociações com Bitcoins. É o caso, por exemplo, da Bolívia, do Afeganistão, da Argélia e do Vietnã. A lista dos países em que a criptomoeda é legal, porém, é muito maior.

Os países mais avançados vêm desenvolvendo regulamentações para lidar com a moeda, criando obrigações, mas liberando seu uso no dia a dia. E essa é a tendência que se observa.

Além disso, as criptomoedas não têm uma centralização e seu funcionamento se assemelha ao da distribuição de filmes e músicas, o que dificulta tecnicamente a ideia de “desligar” o Bitcoin.

4. Bitcoin é especulação

Se você considerar que especular significa investir em algo com a expectativa de que ele se valorize para então vender e embolsar o lucro, então, sim, o Bitcoin é especulativo. Mas isso pode se encaixar em quase qualquer investimento: ouro, dólar, ações, commodities.

Para quem diz que o Bitcoin não tem um valor intrínseco, a resposta é a mesma: muitos outros investimentos tradicionais e consolidados também não têm. Qual o valor intrínseco do ouro? É apenas a confiança dos investidores o que atribui valor a ele.

Além disso, assim como um metal precioso, o Bitcoin também é finito, na medida em que sabemos que ele será limitado a 21 milhões de unidades. Não é à toa que a criptomoeda é chamada de “ouro digital”.

5. A tecnologia do Bitcoin não é segura

Muito antes pelo contrário. O blockchain é a tecnologia por trás do Bitcoin. É algo revolucionário e que vem sendo estudado e aplicado em diversas outras áreas. Ela consegue registrar vários tipos de transações e os registros ficam espalhados por vários computadores.

Nas moedas digitais, essa espécie de “livro contábil” registra os valores que são enviados e recebidos. Assim, essas informações ficam armazenadas em várias “bibliotecas” diferentes, fazendo com que seja muito difícil apagá-las.

Como o nome sugere, esse sistema é formado por uma cadeia de blocos. Dentro de cada um desses blocos há um conjunto de transações, protegidas por uma camada forte de criptografia. Ao mesmo tempo, a blockchain é pública, de maneira que qualquer um pode verificar e auditar as movimentações que estão registradas nela.

Assim, essa tecnologia consegue ser simultaneamente segura e transparente. Isso justifica, por exemplo, o enorme interesse que os bancos e demais instituições financeiras têm pelo blockchain e todos os usos que estão sendo desenvolvidos com base nele.

6. Não é possível comprar nada com Bitcoin

Como dissemos, o Bitcoin ainda é uma novidade no mundo. Sua popularização, no entanto, foi rápida e, diferentemente do que muita gente pensa, é possível usá-lo para comprar muitas coisas, sem ter que transformar a moeda virtual em dinheiro.

A moeda digital já é aceita em muitos estabelecimentos e pode ser usada para pagar inúmeros bens e serviços. Veja abaixo alguns exemplos do que já pode ser comprado com Bitcoins:

  • viagens de cruzeiro;
  • a entrada de um imóvel;
  • curso universitário;
  • comidas em restaurantes;
  • joias;
  • tatuagens;
  • gastos em clínica veterinária;
  • diárias em hotel;
  • ingressos para shows;
  • roupas.

É óbvio que são estabelecimentos específicos que aceitam o pagamento em Bitcoin, mas a variedade mostra que as transações com a moeda estão ficando mais rápidas e baratas, estimulando a sua popularização.

7. Bitcoin é um esquema de pirâmide

Nada mais longe da verdade. Um esquema de pirâmide é aquele em que não há nenhum ativo e que o dinheiro vai se acumulando simplesmente porque a permanente entrada de novos membros sustenta os ganhos dos mais antigos, até que o sistema quebra e muita gente perde.

O Bitcoin não é isso. É uma moeda virtual, com estoque finito, que pode ser comprada e vendida, como outras moedas no mundo. É importante frisar que, assim como outros investimentos, essa é uma aplicação de risco. A sua cotação varia. E isso quer dizer que pode oscilar tanto para cima quanto para baixo.

No entanto, uma vez que você esteja ciente dos riscos e considere que pode e quer tomá-los, ele passa a ser um investimento como outro qualquer.

Agora você já conhece os principais mitos sobre Bitcoin e pode começar a negociar com muito mais consciência. Não se esqueça: saber o que está fazendo é crucial para evitar surpresas. Por isso, conhecimento é a palavra-chave para investir com sucesso.

Assim, continue aprofundando seu conhecimento e descobra se existe um limite para o Bitcoin!

Bitcoin Cash: o que é, para que serve e como comprar

O mundo das criptomoedas cresce de forma muito acelerada nos dias atuais. Se antes existia apenas o Bitcoin como referência, hoje, muitas outras moedas virtuais podem ser aplicadas nos mais diferentes contextos deste mercado. No post de hoje, vamos apresentar o que é Bitcoin Cash.

Para quem ainda não sabe, o Bitcoin Cash (BCH) é uma criptomoeda que tem como base o Bitcoin. Ela surgiu na metade do ano de 2017,quando iniciou-se uma discussão na rede do Bitcoin com a temática de mudar o funcionamento da criptomoeda, levando melhorias à velocidade de processamento das transações e, consequentemente, aumentando o número de transações por segundo.

Além desse avanço, a proposta também incluía a otimização de sua segurança, deixando as suas transações mais protegidas principalmente em relação aos usuários mal intencionados. No fim, não houve um consenso na comunidade e, por meio de um processo de divisão (conhecido como hard fork), foi criado o Bitcoin Cash.

E então, ficou interessado em saber mais sobre essa moeda virtual? Continue acompanhando a leitura conosco para entender!

Para que serve o Bitcoin Cash?

Assim como falamos na introdução, o BCH surgiu com a ideia de substituir o Bitcoin. A falta de consenso na comunidade em relação ao assunto culminou no processo de criação dessa criptomoeda. Podemos dizer que a sua utilidade é a mesma que a do Bitcoin, mas com algumas melhorias que foram previstas por seus idealizadores.

Sua aceitação no mundo das criptomoedas é muito relevante desde a sua criação. Um exemplo disso são as exchanges ao redor do mundo, que vêm fornecendo um bom suporte para os usuários dessa criptomoeda desde então.

Vamos falar mais adiante sobre isso, mas, só para você ter um panorama inicial, suas melhorias em relação ao Bitcoin estão ligadas à segurança e a velocidade de processamento das suas transações. Além disso, o BCH vem conseguindo manter uma boa posição no ranking das criptomoedas mais valiosas do mundo, permanecendo entre as 5 mais cotadas.

Quais são as vantagens do Bitcoin Cash?

Tendo em vista que você já sabe mais sobre o BCH, vamos falar sobre algumas de suas vantagens. Acompanhe abaixo!

Mais velocidade em suas transações

Uma das grandes motivações para a criação do Bitcoin Cash foi ,justamente, a série de problemas relacionados à lentidão nas transações da moeda original. Se olharmos para o ano de 2017, ano em que o BCH foi criado, percebe-se um grande desagrado relacionado a essa questão vinda dos usuários da Bitcoin padrão.

Por isso, o BCH nasceu com a ideia de trazer melhoras para a velocidade das transações no mundo das criptomoedas.

Facilidade de conversão em Bitcoin

Por mais que o Bitcoin Cash tenha um grande potencial de crescimento, não podemos ignorar o fato de o Bitcoin ser a moeda mais forte e com mais visibilidade no mundo todo. Nesse cenário, podemos dizer que, muitas vezes, surge a necessidade de is usuários converterem o Bitcoin Cash em Bitcoin.

A boa notícia é que essa conversão é muito fácil. Além de o BCH ter surgido do próprio Bitcoin, o fato de ser uma das criptomoedas mais aceitas nas exchanges possibilita que essa troca ocorra com certa facilidade.

Grande potencial de valorização

Por fim, trazemos o seu grande potencial de valorização, que é algo que vem desde a sua criação. No início de 2018, por exemplo, o BCH ganhou um grande destaque por ser considerada a quarta maior criptomoeda em termos de capitalização do mercado, perdendo apenas para Bitcoin, Ethereum e Ripple.

Quais são as diferenças entre Bitcoin e Bitcoin Cash?

Para que você possa saber mais o que é Bitcoin Cash, preparamos uma lista que mostra algumas das diferenças entre o Bitcoin e o BCH. Afinal, até por ambas terem o nome parecido e pelo Bitcoin Cash ter surgido do Bitcoin, é natural que haja uma certa confusão entre elas. Confira a lista para sanar todas as suas possíveis dúvidas nesse sentido.

Velocidade de validação da transação

Já falamos por aqui, mas não custa repetir que a rapidez do BCH é um de seus grandes chamarizes. Hoje, estima-se que o Bitcoin Cash leva dez vezes menos tempo para processar uma transação quando comparado ao Bitcoin. Ou seja, enquanto o Bitcoin processa uma transação em um certo tempo, o BCH processa dez.

Custo por transação

Muito pelo fato de ter uma velocidade de validação por transação maior que a do Bitcoin, o BCH possui taxas menores, o que torna o seu custo mais acessível. Para se ter uma ideia, no momento do seu lançamento, estimou-se que as taxas do Bitcoin eram por volta de 3 dólares por transação.

Por outro lado, à mesma época, as taxas do BCH eram de aproximadamente 0,003 dólares. Ou seja, é muito mais barato realizar uma transação em Bitcoin Cash do que com o Bitcoin.

Capacidade de transações por segundo

Outro ponto importante é a sua capacidade de realizar transações por segundo, que é muito maior que a do Bitcoin. Enquanto estima-se que a rede do Bitcoin processa 7 transações por segundo, o BCH processa 24 — ou seja, com mais que o triplo de velocidade.

Potencial no mercado

Por fim, terminamos falando do potencial de mercado, que representa nada mais do que a capacidade da criptomoeda dar certo no mercado. Apesar de ambas as moedas terem semelhanças, isso também é diferente.

Hoje, estima-se que o potencial de mercado do Bitcoin Cash tenha passado dos 177 bilhões de dólares, já o Bitcoin possui 7 bilhões. Isso ocorre muito ao fato do Bitcoin possuir uma quantidade finita de criptomoedas, já o BCH não funciona dessa maneira.

Como minerar Bitcoin Cash?

Para quem entende do assunto de mineração de criptomoedas, o processo com o BCH não tem segredo: basta entrar em um pool de mineração, que é o recurso onde diversos usuários se juntam para potencializar o poder de processamento, e dividir os lucros.

Além disso, é possível participar de alternativas interessantes, tais como usar um recurso chamado cloud mining, em que não é necessário minerar no seu próprio computador.

No geral, não costuma valer muito a pena minerar o BCH em casa, pelo seu alto consumo de energia, além de exigir um processamento expressivo do computador. Então, é preciso trabalhar com máquinas com um alto poder de processamento para ter um bom retorno.

Deu para entender como funciona o Bitcoin Cash, não é mesmo? Sendo assim, caso deseje comprá-la para começar a investir, sugerimos que procure uma exchange o quanto antes!

E então, o que achou deste artigo? Agora que já está mais inteirado em relação a criptomoedas alternativas, o que acha de conhecer outra opção bastante em voga na atualidade? Continue conosco e saiba tudo sobre litecoin!

Conheça o criptodicionário para aprender a falar sobre criptoeconomia

Hoje, falaremos de criptoeconomia. Para quem achou essa palavra estranha, saiba que representa tudo que envolve a parte do mundo das criptomoedas quando assunto é a combinação de criptografia, economia, tecnologia e mercado financeiro.

O fato é que existem muitos termos que estão inseridos nesse universo. Sendo assim, para conhecer mais desse mundo, é preciso ter conhecimento sobre eles. Visto que não se trata de uma aventura, é preciso dar passos firmes para não fazer um mau negócio. Sendo assim, conhecer o básico é essencial.

Saiba que, para ajudar nesse desafio, existe um criptodicionário que cataloga todos os termos utilizados nesse universo. Por isso, preparamos aqui uma lista com alguns desses vocábulos que se referem à criptoeconomia. Ficou interessado? Então, continue a leitura e confira quais são eles.

1. Blockchain

O primeiro item da lista é o blockchain, que é considerado por muitos como um dos principais ativos criados em prol do mundo da criptoeconomia. Trata-se da tecnologia que está por trás do Bitcoin e de muitas outras criptomoedas.

É importante saber que é o blockchain que fornece toda a segurança para as transações feitas no Bitcoin. É um sistema baseado na criptografia, de modo a possibilitar que toda a rede da criptomoeda verifique cada transação realizada, gerando um registro único e que não poderá ser modificado.

Para se ter uma ideia, o blockchain é visto como um grande livro caixa ou um cartório em que esses registros são armazenados e jamais poderão ser alterados, de modo a garantir a autenticidade de tudo que acontece na sua rede.

2. Minerador

Já que falamos do blockchain no item anterior, aproveitaremos para seguir na mesma linha de tema. Então, o próximo termo do criptodicionário a ser apresentado é o minerador, que é o nome dado para um usuário da rede que ajuda no processo de mineração de uma criptomoeda.

Para facilitar o entendimento, a mineração é justamente o processo de registrar as transações da criptomoeda em um sistema tecnológico. No caso do Bitcoin, esse sistema é o blockchain.

Dessa forma, um minerador é alguém que coloca o seu computador à disposição da rede, ligado 24 horas por dia, para ajudar no processo de realização dos cálculos que precisam ser feitos para a criação dos blocos válidos e, assim, adicioná-los no blockchain.

É importante ressaltar que, a cada bloco validado, o minerador é recompensado financeiramente por meio da própria criptomoeda. Hoje, existem muitas pessoas que têm essa atividade como a sua principal fonte de renda.

3. FOMO

FOMO é a sigla para a expressão “fear of missing out” que, quando traduzida para o português, significa “medo de ficar de fora”. Essa expressão foi criada pelos próprios usuários para se referir aos investidores que pretendem comprar uma determinada criptomoeda que está em um momento de valorização muito alta.

Isso acontece porque esses investidores temem a não participação desse momento de valorização e acabam favorecendo um efeito manada de compra, o que tende a valorizar demais a moeda. Sendo assim, é importante ter calma e evitar praticar o FOMO.

4. FUD

Outra sigla muito conhecida na criptoeconomia é o FUD. Suas iniciais representam “fear”, “uncertainly” e “doubt”, que significam medo, incerteza e dúvida, respectivamente. Essa expressão foi criada para se referir a uma notícia que fala mal sobre o mercado ou de uma criptomoeda.

Afinal, sabemos que o mundo das criptomoedas gera notícias e especulações a todo momento. Nesse sentido, quando um influenciador do mercado dissemina FUD sobre uma moeda virtual, ele está espalhando notícias que acabam depreciando a imagem da criptomoeda de alguma maneira.

É importante ressaltar que, muitas vezes, isso é feito de forma maliciosa. O Bitcoin já passou por essa situação várias vezes. Muitas pessoas o classificaram como uma fraude e espalharam essa informação duvidosa por meio de notícias e entrevistas.

5. Altcoins e forks

Ao contrário do que alguns acreditam, o mundo das criptoeconomia é muito vasto e não se resume somente ao Bitcoin. Nesse sentido, todas as moedas existentes e que são alternativas a ele são chamadas de altcoins.

Como são consideradas tokens digitais “alternativos”, acabaram recebendo esse nome — alt se refere a “alternativo” e coins significa “moedas”. Saiba que muitos altcoins surgiram do que chamamos de “forks” do Bitcoin.

O termo “fork” é utilizado para representar o processo de atualização de códigos criptoativos de uma dada criptomoeda. Isso pode acontecer quando a comunidade daquela moeda não entra em um consenso sobre qual ou quais caminhos seguir no futuro e acaba dividida. Com isso, cria-se uma nova moeda com esse procedimento. Um exemplo de moeda que foi criada em um processo de fork é o Litecoin.

6. Wallets

A palavra “wallet” significa carteira, em inglês. No mundo das criptomoedas, elas fazem o papel de uma carteira convencional, ou seja, guardar o dinheiro. A principal diferença é que as wallets exercem essa função no ambiente online.

Nesse sentido, as wallets são softwares usados para guardar as criptomoedas e têm como função o gerenciamento do endereço da chave privada de cada usuário, o que permite a realização de transações, tal como o recebimento, envio e consulta do seu saldo.

Dessa forma, todos que pretendem trabalhar com criptomoedas precisarão escolher uma wallet para guardar os seus ativos de forma segura. Hoje, existem diversas soluções no mercado, feitas para todos os perfis de investidores.

7. Exchanges

Por fim, o último termo de criptoeconomia deste post são as exchanges. De maneira simplificada, pode-se dizer que elas são que as corretoras do mundo das criptomoedas. São responsáveis por fazer a intermediação de todas as transações que podem ser realizadas.

Ou seja, quem quer comprar ou vender uma dada criptomoeda, precisará buscar uma exchange para realizar a operação. Elas trabalham integradas com as wallets, tornando o processo totalmente seguro.

E então? Gostou de conhecer mais sobre o mundo das criptomoedas? Saiba que cada um deles ajudará no seu entendimento de como tudo funciona nesse mercado, sobretudo no que se refere à segurança para começar a investir.

Agora que você já entende um pouco mais sobre criptoeconomia, aproveite para aprender como o valor do Bitcoin é calculado!

Como comprar Bitcoin na iG TradeCoin?

No post de hoje, falaremos sobre uma das tarefas mais importantes em todo o processo de operar criptomoedas: Como comprar Bitcoins?

Depois que o seu depósito for confirmado (clique aqui para entender como realizar seu depósito na iG TradeCoin), o seu saldo será atualizado na plataforma, e esse dinheiro estará disponível para a compra de criptomoedas.

Antes de continuar, precisamos explicar que existem 2 formas de comprar Bitcoins (vamos usar o Bitcoin como exemplo mas essa lógica vale para qualquer criptomoeda disponível na iG TradeCoin):

Ordem Limitada e Ordem a Mercado. Aqui vamos explicar em detalhes quais são as diferenças entre elas.

Ordem Limitada é aquela em que o cliente limita o valor a ser pago por um Bitcoin. Exemplo: o Bitcoin está em R$ 20.000 e você está disposto a pagar apenas R$ 19.950. Cria-se uma ordem nesse valor. Quando (e se) a cotação chegar nesse valor, a ordem será executada. Para esse tipo de ordem, cobramos uma taxa de 0,25%, pois o pedido está inserindo uma ordem no livro.

A Ordem a Mercado é aquela onde o cliente opta por pagar exatamente o preço em que o Bitcoin está valendo no momento. Ela serve para clientes que desejam efetuar a compra rapidamente, sem esperar variações positivas ou negativas para terminar o processo. Para esse tipo de ordem, cobramos a taxa de 0,5%, pois o pedido está tirando uma ordem do livro de ofertas.

Vamos agora ao passo a passo para cada tipo de ordem?

Ordem Limitada:

Ao se logar na iG TradeCoin, você será automaticamente direcionado para o Livro de Ofertas. Caso você esteja em outra página, clique em “Mercado”, para entrar no livro.

Nesse exemplo, o saldo disponível em reais é de pouco mais de R$ 100. Para a compra, será usado o valor de R$ 50.00. Se você desejar usar todo o saldo disponível, basta clicar em “Usar Saldo”, para preencher automaticamente o campo do valor em reais. Em seguida, selecione o tipo de ordem “Limitada” e escolha o valor que deseja pagar na unidade do Bitcoin. Em seguida, clique em “Comprar Bitcoin”. 

Uma tela de confirmação irá apresentar o resumo da sua compra, com o valor em reais, o volume de Bitcoins adquiridos com o pedido e o preço por unidade a ser pago. Se estiver tudo certo, confirme o seu pedido. Agora basta esperar que o mercado se movimente para que, ao chegar no valor que você estipulou, a ordem será automaticamente executada.

Ordem a Mercado:

O procedimento é quase o mesmo. Deve-se primeiro escolher qual o montante em reais deseja comprar. No exemplo, também será usado o valor de R$ 50,00. Em seguida, escolha o tipo de Ordem a Mercado. Você perceberá que automaticamente o campo do preço unitário será preenchido.

Assim como no outro exemplo, ao clicar em “Comprar Bitcoin”, irá aparecer um resumo das informações. Estando tudo certo, confirme a compra e imediatamente o seu saldo será transformado em Bitcoins, sem a necessidade de esperar por movimentações do mercado.

Fácil, não é mesmo?

iGTrade Coin é uma parceria do portal iG com a corretora de criptomoedas BitcoinTrade. A BitcoinTrade está no mercado de criptomoedas há 2 anos, e é a corretora mais segura do Brasil, com um dos maiores volumes negociados diariamente e mais de 200 mil clientes cadastrados.

Se surgir alguma dúvida, por favor entre em contato através dos nossos canais oficiais:

• E-mail: suporte@igtradecoin.com.br
• Facebook: facebook.com/igtradecoin
• Instagram: instagram.com/igtradecoin

Como depositar reais na sua conta da iG TradeCoin?

Olá pessoal, tudo bem?

No post de hoje, vamos falar sobre uma tarefa muito simples, mas muito importante: Como depositar reais na sua conta da iG TradeCoin?

Para comprar Bitcoins, o primeiro passo é você realizar o depósito da sua conta bancária para a conta da iG TradeCoin. Quando o depósito for confirmado, você já poderá usar seu saldo para comprar Bitcoin ou outra criptomoeda.

A imensa maioria dos nossos depósitos (+ de 95%) são reconhecidos e confirmados em menos de uma hora, depois que a compensação bancária acontece. Isso vale, inclusive, aos fins de semana e feriados para os bancos conveniados, que são: Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Banrisul.

Vamos ao passo à passo:

1 – Acesse o site da iG TradeCoin, clique em “Operações” e então em “Depósitos“, que fica na barra superior da plataforma:

2 – Agora, clique no botão azul localizado no canto superior direito “Depositar reais”

3 – A tela abaixo irá aparecer. Escolha qual é o banco de origem do depósito, ou seja, qual é o seu banco.

4 – Caso o seu banco seja Bradesco, Branco do Brasil, Banrisul, Santander ou Itaú, o método de depósito será “Transferência entre contas do mesmo banco“, pois esses são os bancos onde a iG TradeCoin tem contas. Se o seu banco for outro, clique em “Outro” e escolha uma das opções “TED” ou “DOC”.

5 – Para os bancos Banco do Brasil e Itaú, você deve informar também sua agência e conta. Isso irá agilizar ainda mais o processo de identificação e aprovação do depósito.

6 – Escolha o valor desejado para depósito e clique no botão azul “Continuar

7 – Na tela seguinte, você verá os detalhes do depósito, com a conta de destino na iG TradeCoin, o valor que você escolheu e uma caixa de confirmação. Marque a caixa e clique em “Enviar intenção de depósito

8 – Quando a intenção de depósito for enviada, você verá a confirmação. Agora, você pode anexar o comprovante bancário da sua transação. Se você ainda não fez a transação (transferência entre contas, TED ou DOC), não tem problema: a qualquer momento, você pode ver novamente as instruções clicando no ícone de três pontos na lista de depósitos.

Pronto! O processo inteiro é muito simples e você não deve demorar mais do que 5 minutos para concluí-lo. Depois de anexar o comprovante, seu depósito será rapidamente aprovado

iGTrade Coin é uma parceria do portal iG com a corretora de criptomoedas BitcoinTrade. A BitcoinTrade está no mercado de criptomoedas há 2 anos, e é a corretora mais segura do Brasil, com um dos maiores volumes negociados diariamente e mais de 200 mil clientes cadastrados.

Se surgir alguma dúvida, por favor entre em contato através dos nossos canais oficiais:

• E-mail: suporte@igtradecoin.com.br
• Facebook: facebook.com/igtradecoin
• Instagram: instagram.com/igtradecoin

Como cadastrar o 2FA na iG TradeCoin?

Olá pessoal,

Hoje iremos tratar de um assunto importante que está diretamente ligado à segurança dos seus dados e do seu patrimônio na internet.

O que é o 2FA?

O 2FA é um procedimento de segurança muito comum em transações online. O 2FA “two factor authentication” garante que serão necessários 2 fatores únicos para liberação da transação (compra, venda, transferência).

O primeiro fator é sempre a senha que o usuário cadastrou no sistema. O segundo pode ser autenticado via token, via detecção de impressão digital, reconhecimento facial (para aplicativos mobile, por exemplo), código enviado via sms, entre outros.

Na iG TradeCoin, além da senha de usuário, o segundo fator utilizado é um código que deve ser previamente cadastrado em aplicativos nativos para isso como o Google Authenticator ou o Authy, ambos disponíveis para Desktop e em versões de aplicativo mobile para Android e iOS.

Dessa forma, mesmo que a sua senha seja descoberta, ninguém conseguirá efetuar transações na sua conta sem ter acesso, também, ao código de segundo fator. Isso garante mais segurança aos clientes da iG TradeCoin.

Como cadastrar o 2FA?

1 – Acesse ao site da iG TradeCoin;
2 – Insira o seu e-mail e senha. Você será redirecionado para a seguinte página:

3 – Baixe um dos programas: Authy ou Google Authenticator. Ambos estão disponíveis gratuitamente para iOS e Android, além das versões desktop;

4 – Copie o código de autenticação do 2FA que foi gerado na página da iG TradeCoin, conforme a imagem abaixo, e insira no seu programa de 2FA. Você pode copiar o código e inserir no campo do programa ou tirar uma foto do QR Code, se estiver usando um dispositivo móvel;

5 – Agora, no campo “Código de autenticação 2FA”, você deve inserir o código gerado pelo seu programa (Authy ou Google Authenticator);

Pronto. À partir de agora, sempre que você abrir o programa (Authy ou Google Authenticator), será gerado um código temporário de 6 dígitos. Este é o código que você deve inserir no campo “Código de autenticação 2FA” para ter acesso à iG TradeCoin. Esse procedimento garante que sua conta estará sempre segura!

Atenção: É extremamente importante salvar a chave de backup que aparecerá na página no momento de habilitar o seu novo código 2FA. Essa chave serve para recuperar o seu código em caso de perda, furto ou quebra do seu Smartphone.

A iGTrade Coin é uma parceria do portal iG com a corretora de criptomoedas BitcoinTrade. A BitcoinTrade está no mercado de criptomoedas há 2 anos, e é a corretora mais segura do Brasil, com um dos maiores volumes negociados diariamente e mais de 200 mil clientes cadastrados.

Se houver qualquer dúvida a respeito, favor entrar em contato pelos nossos canais oficiais:
     
        • E-mail: suporte@igtradecoin.com.br
        • Facebook: facebook.com/igtradecoin
        • Instagram: instagram.com/igtradecoin