Bom dia,

Informamos que na próxima sexta-feira, dia 19 de Julho, a BitcoinTrade irá realizar uma manutenção nas carteiras de Bitcoin, por isso os saques e depósitos da criptomoeda estarão suspensos no período entre 6 e 8 da manhã.

O que será feito?

Essa manutenção tem como objetivo atualizar todas as carteiras de Bitcoin, para melhorar a velocidade dos saques e depósitos e reduzir os custos de transação. Além disso, ouvimos um pedido de muitos clientes e estamos preparando o sistema para dar suporte ao Segwit em breve.

Os trades estarão travados?

Não. Nosso livro de ofertas continuará funcionando normalmente, para as operações de compra e venda de Bitcoin. Apenas as transferências de criptomoeda (saques e depósitos) serão suspensos, e apenas no período entre 6 e 8 da manhã.

E as outras moedas, como ficam?

Nada muda! A atualização será apenas em Bitcoin, ou seja, todas as operações das outras moedas – Ethereum, Ripple, Litecoin e Bitcoin Cash – continuam 100% normais, durante todo o período.

O Segwit será implementado agora?

Ainda não. Um dos objetivos da manutenção é preparar as carteiras para a implementação de Segwit, mas isso será concluído em uma segunda fase, dentro de algumas semanas. Manteremos todos os clientes informados em relação à esse cronograma.

Resumindo…

Sexta-feira, de 6 às 8 da manhã, as transferências de Bitcoin (apenas Bitcoin) estarão suspensas. Nada muda em relação à compra e venda. Nada muda em relação às outras moedas. E nada muda em relação aos saques e depósitos em reais!

Ainda está com dúvidas?

Sem problemas! Para tirar qualquer dúvida, entre em contato com os nossos canais oficiais. Teremos o maior prazer em atendê-lo:

• E-mail: suporte@bitcointrade.com.br

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• Instagram: www.instagram.com/bitcointradebr

Entenda o que é sidechain e sua função no mercado de bitcoin

Apesar de ter apenas 10 anos de vida, a tecnologia que permitiu criar o Bitcoin segue evoluindo a passos largos, com os desenvolvedores buscando solucionar os desafios que vão se apresentando.

Questões de escalabilidade, segurança da tecnologia e integração a outras plataformas passaram a demandar novas soluções. Uma das respostas encontradas para lidar com esses fatores foram as sidechains, ou “cadeias laterais”, em uma tradução livre.

Neste artigo, vamos explicar melhor o que é sidechain e qual a importância dela para o funcionamento do mercado. Vamos acompanhar?

Como surgiu o conceito de sidechain?

O primeiro bloco de Bitcoin foi minerado em 03 de janeiro de 2009, por Satoshi Nakamoto, cuja identidade permanece desconhecida até hoje.

Nos anos seguintes foram criadas diversas outras criptomoedas, as chamadas altcoins. A maioria delas surgiu a partir do próprio código-fonte do Bitcoin, alterado para modificar alguns parâmetros e adicionar características.

Alguns dos altcoins são bem conhecidos, e você já pode ter ouvido falar deles, como o Litecoin e o Ethereum. A questão é que o fato de existirem diversas blockchains isoladas fez com que o mercado ficasse fragmentado.

A ideia da sidechain veio como uma forma de resolver essa questão e foi explicitada em um whitepaper publicado em 2014. Ela permite transferir os Bitcoins e outros ativos contábeis entre múltiplas blockchains sem alterá-las e sem pesar sobre a cadeia, evitando a lentidão nas operações.

Como funciona a blockchain?

Antes de falarmos sobre as sidechains, mais uma vez precisamos voltar às origens e entender como funcionam as blockchains. Apenas para facilitar a compreensão, vamos comparar o Bitcoin a um outro tipo de ativo: a terra.

Vejamos as semelhanças:

  • a quantidade de terra existente é fixa, como a de Bitcoin;
  • a terra não é totalmente tangível, da mesma forma que o Bitcoin (quando você compra um terreno, está comprando aquele espaço, não a terra em si);
  • o uso não consome a terra, ela pode ser apenas transformada e transferida, o que também é similar ao Bitcoin e diferente de outras commodities, como água e petróleo.

Nessa analogia, podemos dizer que as transações com Bitcoins seriam como fusões ou divisões de vários terrenos.

Agora, imagine que você tenha 20 Bitcoins na sua carteira e queira comprar um carro usando 11 deles e que o minerador cobre uma taxa de 1 Bitcoin pela transação. O caminho que você precisa percorrer é:

  1. provar que você é o dono das criptomoedas que está querendo usar;
  2. dizer como as moedas vão ser alocadas: quantas e para quem vai enviar. No caso, 11 vão para o vendedor, 8 voltam para você e 1 vai para o minerador;
  3. especificar o que os novos proprietários terão que fazer para provar que eles agora de fato são os donos das moedas. Em outras palavras, dizer o que eles terão de fazer no passo 1 quando tentarem gastar as moedas no futuro.

Assim, você teria três especificações: a do vendedor do carro, que vai ficar com 11 Bitcoins, a sua, que vai permanecer com 8, e a do minerador, que vai ficar com 1.

Dessa forma, podemos resumir a transação da seguinte forma: “estas são as moedas que eu quero transferir, esta é a prova de que tenho direito a elas e isto é o que o destinatário precisa fazer se quiser mexer nelas no futuro”.

Assim, quando “enviamos” Bitcoins para alguém, não damos posse deles a um indivíduo, apenas definimos uma condição, e qualquer um que consiga satisfazê-la será considerado o proprietário.

Aqui, vale um aparte: ainda usando a comparação com a terra, podemos dizer que, se os Bitcoins são uma ilha, as altcoins são apenas outras ilhas.

Esse processo acarreta algumas consequências indesejáveis:

  • lentidão nas transações;
  • possibilidade de transferir apenas a posse de Bitcoins, limitando a troca de informações mais ricas;
  • limitação nas condições de transferência;
  • adoção de um único padrão de segurança para todas as transações, independentemente da quantia transferida.

Como funcionam as sidechains?

O insight por trás das sidechains foi a ideia de que se poderia enviar Bitcoins não apenas para indivíduos, endereços e serviços centralizados, mas para outras blockchains. Na prática, uma sidechain nada mais é do que uma blockchain que valida dados de outras blockchains.

Imagine que você gostaria de usar algum sistema similar ao do Bitcoin, como Litecoin ou o Ethereum, sem ter que comprar as moedas nativas daquela plataforma. É aí que as sidechains entram.

Você vai enviar os Bitcoins para um endereço especial de Bitcoins, desenhado especialmente para que as moedas fiquem fora do seu controle e do de qualquer outra pessoa. Assim, elas ficam completamente imobilizadas e só podem ser destravadas se alguém conseguir provar que elas não estão sendo usadas.

Uma vez confirmada essa operação de imobilização, você manda uma mensagem para outra blockchain, a que você quer usar. Essa mensagem contém uma prova de que as moedas foram enviadas para aquele endereço especial de Bitcoin e que, portanto, estão imobilizadas e que foi você quem fez isso.

Se essa segunda blockchain aceitou ser uma sidechain do Bitcoin, ela cria em sua própria rede o mesmo número de tokens e dá a você acesso a eles. Assim, é como se seus Bitcoins tivessem sido transferidos para a segunda cadeia, quando, na verdade, permanecem imobilizados na rede do Bitcoin. Assim, nada foi criado nem destruído, apenas “movido”.

Da mesma maneira, também é possível mandar essas moedas da sidechain de volta para a rede do Bitcoin.

Quais as aplicações da sidechain no mercado?

O desenvolvimento das sidechains permite resolver alguns dos desafios que levantamos acima em relação às criptomoedas, além de abrir uma gama de oportunidades, como:

  • “mover” a moeda entre as diferentes plataformas;
  • reduzir a vulnerabilidade do mercado;
  • reduzir barreiras para novos usuários;
  • descentralizar a segurança e introduzir novos protocolos de segurança mais poderosos;
  • dar visibilidade às transações;
  • adicionar ou modificar recursos que o Bitcoin originalmente não oferece;
  • adicionar extensão para scripts sem impactar usuários não interessados.

Por fim, vale ressaltar que esses desenvolvimentos não interferem em nada na rede própria de Bitcoins, de forma que você pode continuar realizando suas transações tranquilamente.

Pronto! agora você já sabe como surgiu a sidechain e as mudanças que ela está provocando no mercado de criptomoedas.

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O que são altcoins e qual a diferença para o Bitcoin? Saiba aqui!

O mundo das criptomoedas não se resume somente ao Bitcoin! Hoje, existe uma vasta quantidade de aplicações e outras moedas virtuais que ajudam a trazer ainda mais valor para esse mercado chamado criptoeconomia. No post de hoje, vamos falar mais sobre o assunto e aprender mais sobre o que são Altcoins.

Para quem ainda não sabe, as Altcoins são moedas virtuais alternativas, que foram lançadas depois do Bitcoin, aproveitando todo o caminho que foi aberto para a criação das criptomoedas, e com oportunidades de traçar um destino com diferentes focos e explorar outras oportunidades.

Ficou interessado em saber com mais detalhes o que são Altcoins? Continue acompanhando a leitura conosco!

Quais são as características das Altcoins?

Como hoje existem diversas Altcoins, é impossível definir características fixas para todas essas criptomoedas, mas podemos destacar que muitas delas surgiram da motivação de trazer melhorias para algumas funcionalidades do Bitcoin.

Outras Altcoins resolveram aproveitar a oportunidade de melhorar algum serviço existente no mundo fora das criptomoedas, indo além da função de apenas ser uma moeda de troca, trazendo outras funcionalidades.

É importante destacar que ao longo do tempo foram criadas algumas redes de desenvolvedores para elaborar novos recursos que têm certa sinergia com os desafios atuais do mundo das criptomoedas. Uma funcionalidade muito explorada, por exemplo, é a da segurança.

Como comprar Altcoins?

Comprar Altcoins é mais fácil do que você imagina: a maioria deles pode ser encontrada nas “exchanges”, que são plataformas de intermediação de compra e venda das criptomoedas e funcionam como corretoras no mundo online.

Bitcoin Trade é uma delas e conta com uma vasta experiência na intermediação de transações em Bitcoins e Altcoins.

Quais são as semelhanças entre Altcoins e Bitcoins?

As semelhanças entre Altcoins e Bitcoins podem ser muitas, dependendo da particularidade de cada uma dessas moedas alternativas. A primeira delas é bem óbvia: tanto Bitcoins quanto Altcoins representam esse movimento disruptivo que é a criação de moedas virtuais.

Além disso, destacamos que muitas delas foram criadas com base no Bitcoin, projetando melhorias para suas funcionalidades, principalmente as que estão relacionadas com a segurança e agilidade.

Algumas Altcoins surgiram do processo de fork do Bitcoin, que nada mais é do que o movimento de criação de uma nova criptomoeda atualizando o seu código de funcionamento. Para saber com mais detalhes o que é o fork, acesse o nosso criptodicionário.

Destacamos, também, que todas elas incentivam a descentralização e a segurança das informações do mercado financeiro.

Quais são as diferenças entre Altcoins e Bitcoins?

Por fim, trazemos aqui algumas das diferenças entre Bitcoins e Altcoins. Segue uma lista com as principais delas:

  • as Altcoins têm um algoritmo próprio;
  • muitas Altcoins têm uma estrutura de funcionamento bem diferente do Bitcoin, por exemplo: nem todos utilizam a tecnologia do Blockchain;
  • as funcionalidades das Altcoins também são diferentes das do Bitcoin;
  • grande parte das Altcoins surgiu com a ideia de trazer mais velocidade para o processamento das transações;
  • o preço de mercado também é algo que difere: Bitcoins e Altcoins têm cotações diferentes.

Deu para saber o que são Altcoins e suas diferenças para o Bitcoin, não é mesmo? Então, continue estudando sobre o assunto e encontre a criptomoeda que mais se encaixa à sua realidade!

Gostou do post? Que tal se aprofundar um pouco mais nesse mundo das criptomoedas e conhecer também o Litecoin?

 

O que é trade de Bitcoin e como funciona? Saiba aqui!

Saber o que é trade de Bitcoin é importante para quem quer entender ou investir nesse mercado. O fato é que o Bitcoin se tornou muito popular, há um certo tempo, e isso gerou um movimento de adesão muito grande dessa criptomoeda. Então, é natural que desperte a curiosidade de como é o seu funcionamento nos bastidores.

Podemos dizer que é praticamente impossível entrar nesse mercado sem saber como funciona uma trade de Bitcoin. Para ficar mais claro o seu conceito, bem como toda a questão da cotação do Bitcoin, preparamos este conteúdo exclusivo para você entender. Continue acompanhando a leitura conosco, para entender melhor o que estamos falando!

O que é o Bitcoin?

Para que você possa entender o assunto de forma consistente, vamos explicar primeiramente o que é o Bitcoin, ok? Para quem ainda não sabe, se trata de uma criptomoeda, ou então, uma moeda digital, que ganhou muito espaço no mercado financeiro nos últimos anos. Hoje, é considerada a principal criptomoeda e já deixou de ser uma dúvida nesse mundo de investimentos.

O que difere o Bitcoin do sistema monetário tradicional é que, assim como quase todas as criptomoedas, ele é descentralizado. Isso quer dizer que não há controle de nenhum órgão nas suas transações (não há intermediação de nenhum Banco Central, muito menos do governo na operação). Isso garante a sua transparência e independência.

Para que isso possa acontecer, o Bitcoin usa uma tecnologia chamada Blockchain, que é um recurso considerado como o futuro das transações financeiras, bem como outras aplicações relacionadas a contratos inteligentes e segurança da informação.

Como funciona o trade de Bitcoins?

Agora, que você já sabe mais sobre o Bitcoin, vamos mostrar de forma prática como que realmente é o funcionamento do trade de Bitcoins. Pelo seu nome, já é possível deduzir que esse é o nome dado para as transações de troca de qualquer moeda por Bitcoins.

Essa operação acontece muito similarmente às operações de câmbio. Plataformas online, também conhecidas como exchanges, reúnem usuários que querem comprar e vender as criptomoedas pela web.

Sendo assim, podemos dizer que a sua operação é igual ao de uma casa de câmbio mesmo, ocorrendo intermediações entre diversas criptomoedas.

O trade de Bitcoin

Na prática, duas pessoas dentro dessas plataformas devem chegar a um acordo de compra e venda de Bitcoins, em que o preço negociado agrade ambos os lados, sendo que essa operação ocorre de forma instantânea. Simples, não?

É importante destacar que as operações ocorrem de forma anônima, nem o comprador, nem o vendedor sabe quem está do outro lado. Isso é importante para respeitar os acordos de confidencialidade e segurança que a rede do Bitcoin e as plataformas de exchange exigem, sustentando toda a comunidade e os seus princípios.

O papel das exchanges

Assim como falamos, esse trade é muito similar ao conhecido mercado de compra e venda de ações tradicional, porém, com suas particularidades. Por isso, é muito importante o papel das exchanges nesse processo.

Além do suporte tecnológico e intermediador nas transações, uma boa exchange oferece orientações relacionadas às negociações para os seus usuários, ou seja, há também um suporte estratégico. Portanto, o mais indicado é contar com uma que tenha uma reputação sólida e confiável, que ofereça esse tipo de auxílio.

Quais elementos influenciam na cotação do Bitcoin?

Por fim, vamos falar aqui sobre quais os elementos que influenciam a cotação do Bitcoin. Afinal, de nada adianta participar de um trade de Bitcoin, sem saber o que influencia todas as dinâmicas que a criptomoeda pode sofrer ao longo do tempo. Veja abaixo quais são eles:

Inovações em tecnologia

Pode não parecer, mas tudo que é inovação em tecnologia que surge no mundo do Bitcoin afeta positivamente a sua cotação. Afinal, esse recurso é um dos pilares do mundo das criptomoedas.

Então, quanto mais esse mundo se fortalecer e mostrar que está preparado para os desafios atuais, bem como reparar problemas antigos, maior será a sua cotação. Portanto, é sempre bom estar ligado nas tendências que podem aparecer nos próximos anos.

Podemos dizer que, atualmente, há um trabalho intenso para tornar as operações mais rápidas e também mais baratas no mundo do Blockchain e, consequentemente, do Bitcoin.

Influência da mídia

A mídia também é muito capaz de influenciar as cotações do Bitcoin. Afinal, é ela que comunica tudo que acontece no mundo. Quando se trata do mercado de criptomoedas, frequentemente, há divulgações de notícias sobre os avanços que acontecem nesse universo.

Agora, imagine, quando ocorrer uma forte divulgação de que é possível comprar qualquer coisa com Bitcoin? Que muitas empresas grandes já estão aceitando essa moeda como forma de pagamento?

Pois bem, isso ajudará a estimular a adesão do público a esse mercado, bem como atrairá mais investidores para as plataformas e recursos para esse mundo. Sem dúvida alguma, em momentos como esse, a cotação do Bitcoin sobe muito.

Da mesma maneira, quando uma notícia não muito boa é divulgada, a sua cotação diminui.

Regulamentação do governo

A ideia do Bitcoin e das criptomoedas, em si, é criar uma certa independência dos governos, mas isso não quer dizer que se abra mão do seu apoio. Portanto, é fato que, cada vez que o governo de um país trabalha para definir políticas relacionadas ao uso do Bitcoin, pode haver um impacto no valor da moeda.

Obviamente que se as medidas são favoráveis, a sua cotação cresce, caso contrário, ela pode cair. Ou seja, essa variação pode ser tanto positiva quanto negativa. No geral, pode-se afirmar que iniciativas que incentivam a utilização do Bitcoin, tanto por órgãos públicos quanto privados, ajudam para a sua valorização.

Lembrando que há também iniciativas de governos querendo implantar mecanismos de controle. Nesse caso, a consequência é a desvalorização da criptomoeda.

Deu para entender a importância do trade de Bitcoin, certo? Então, não se esqueça de continuar estudando sobre o assunto para saber ainda mais!

Conheça, agora, os 7 mitos sobre o Bitcoin: descubra o que é verdade e mentira!

Entenda como funciona o lastro do bitcoin

Uma dúvida, que é muito comum das pessoas que querem mergulhar no universo das criptomoedas, está em entender como funciona a questão do lastro. Será que essa característica das moedas tradicionais também se aplica para as criptomoedas? Que existe um lastro do Bitcoin, por exemplo?

Apesar de estarmos comparando dois mundos bem diferentes, há algumas questões nas quais há uma certa similaridade, por isso, é natural que surjam dúvidas na comparação entre esses cenários. No caso do lastro, é algo que fornece credibilidade para as moedas tradicionais, então é natural que haja essa projeção também para o ativo das criptomoedas.

Como sabemos que essa é uma questão que também gera uma certa desconfiança, preparamos este conteúdo, para você entender melhor como tudo isso funciona. Acompanhe a leitura conosco!

O que é lastro?

Antes de mais nada, é bom entender o que é o lastro. Pois bem, vamos começar fazendo um breve exercício: olhe para a sua carteira e verifique as notas que estão nela. Creio que está vendo que elas são apenas papel, certo? Então, o que garante que elas realmente valem o número que está impresso ali?

É exatamente esse o papel do lastro: garantir que uma nota que indica o valor de R$10 realmente vale essa quantia. Entrando um pouco mais a fundo, o lastro garante que é possível trocar aquele “pedaço de papel” por bens e serviços, ou seja, assegura que as pessoas possam comprar, que é um dos propósitos do dinheiro.

Entrando mais a fundo nesse assunto, o lastro é a garantia implícita de um ativo, ou seja, é algo que serve como uma base sólida, que fornece uma certa segurança para o seu valor. Para se ter ideia, o dinheiro impresso contém o lastro baseado no ouro, já o petróleo tem o seu lastro na sua própria exploração.

O que é o lastro do Bitcoin?

Tendo em vista que, agora, você já sabe a definição do que é o lastro, bem como o seu funcionamento, podemos falar mais sobre o lastro do Bitcoin. Se trata da garantia de que o Bitcoin é realmente um ativo válido.

Muitos dizem que o lastro do Bitcoin está no seu custo operacional com a mineração, bem como os gastos com energia, equipamentos, dentre outras coisas. Contudo, essas variáveis são subjetivas e não podem ser consideradas como lastro.

Portanto, já podemos dizer que o lastro do Bitcoin é algo que realmente não existe. Abaixo, vamos listar alguns motivos dessa questão.

Custos com a mineração

O primeiro motivo para que o Bitcoin não tenha um lastro definido está nos custos com o seu processo de mineração, que estão subindo a cada dia. Principalmente, pelo fato de que os mineradores estão recebendo recompensas cada vez menores, o que torna a necessidade de realizarem um grande esforço para investirem em equipamentos cada vez mais potentes.

Quer queira ou não, tudo isso encarece demais os custos com a mineração, tornando-o um parâmetro totalmente inviável para definir um lastro para o Bitcoin.

Número limitado de Bitcoins

Outro motivo que indica que o Bitcoin não necessita ter lastro é a sua limitação de unidades, que é de aproximadamente 21 milhões. Ou seja, assim como o ouro, o Bitcoin tem um número limitado e definido de unidades, não é algo que se pode criar descontroladamente.

Pode parecer apenas um detalhe, mas é isso que traz segurança para o seu valor não precisar de confirmações, por exemplo. Inclusive, o próprio ouro que tem essa mesma particularidade não precisa de um lastro, não é mesmo?

Aliás, muito pelo contrário, ele é a base de lastro para outras unidades monetárias, como o dinheiro vivo, conforme falamos.

Confiabilidade da Blockchain

A própria confiabilidade da blockchain é mais um motivo para que o Bitcoin não tenha lastro. O fato de que um dos papéis da rede é, justamente, garantir a confiabilidade da moeda, sem a necessidade de um lastro para confirmar o seu valor.

Na prática, tudo é registrado publicamente, permitindo a conferência dos dados por qualquer pessoa.

Devo investir em Bitcoins mesmo sem lastro?

A resposta é obvia: sim! Fique tranquilo, que a ausência de lastro não significa que o Bitcoin não é confiável. O fato é que muitos caracterizam a criptomoeda como uma “bolha”, que pode explodir a qualquer momento. Um dos motivos inventados para isso é, justamente, por não ter um lastro.

Saiba que essa bolha nada mais é que uma distorção causada pelo próprio mercado financeiro, baseada principalmente nos traumas causados pelos casos de países que emitem mais dinheiro sem a garantia de que há realmente, causando a tão temida inflação.

Já comentamos que, com o Bitcoin, essa possibilidade é impossível, visto que há um número limitado das suas unidades, certo? Então, não há motivos para preocupação, ok?

A confiança no Bitcoin

Reforçamos aqui que a confiança no Bitcoin já é suficiente para atestar o seu valor. Se existe um lastro para essa criptomoeda, podemos dizer que já é a sua tecnologia. Para se ter uma ideia, há toda uma estrutura por trás do seu funcionamento:

  • um modelo matemático sólido;
  • sistema de criptografía;
  • armazenagem de dados descentralizada;
  • transparência nas suas operações;
  • rastreabilidade.

Tudo isso, ajuda a garantir aos seus usuários que eles mesmos tenham o controle da sua vida financeira, sem a atuação de um intermediário.

Não podemos negar que o mundo vive em constante mudança e o sistema financeiro não está imune a isso. Portanto, a forma como pagamos bens e serviços também muda. Se antigamente tudo funcionava por meio das trocas e o escambo, hoje, já podemos nos orgulhar que temos um sistema moderno que envolve tecnologia, tal como a possibilidade das transferências bancarias, o cartão de crédito, dentre outros. O Bitcoin e as criptomedas são o próximo passo!

Acreditamos que, depois desses tópicos, deu para entender melhor o quanto o lastro do Bitcoin é algo que não influencia no seu valor, não é mesmo? Então, tenha em mente que as coisas estão mudando e não precisamos carregar padrões do passado para tudo que está surgindo de novo.

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Como funciona a custódia de criptomoedas? Entenda aqui!

O mercado das criptomoedas não para de crescer, tanto que, aos olhos do setor econômico, já até conta com um nome próprio: a nossa tão querida criptoeconomia. O fato é que muitas particularidades do mercado financeiro tradicional já são mais do que aplicáveis nesse mundo. Hoje falaremos da custódia de criptomoedas.

Provavelmente você já deve ter ouvido falar nesse termo, mas aplicado somente ao dinheiro ou bens materiais, certo? A pergunta que fica é: como funciona esse processo no mundo das criptomoedas? Será que é algo muito complicado?

Para tirar essa dúvida, preparamos esse conteúdo para você entender melhor como a custódia de criptomoedas funciona. Ficou interessado? Continue acompanhando a leitura!

O que é custódia?

Antes de mais nada, é preciso entender o significado da palavra custódia. Segundo o dicionário, a palavra remete a proteger algo. No caso de bens e no mercado financeiro, podemos utilizar o termo custódia para demonstrar a ação de guardar, assegurando que está protegido.

A custódia pode ser feita tanto por empresas quanto por pessoas. Ou seja, o ativo estará sob condição de proteção por um indivíduo ou uma organização.

O que é custódia de criptomoedas?

Pois bem, podemos resumir que a custódia de criptomoedas nada mais é do que guardar os ativos de maneira segura, ou seja, dentro das redes desse universo, conseguir manter em um local que esteja protegido de qualquer tipo de fraude ou roubo.

Para tanto, existem alguns mecanismos que ajudam muito na eficiência desse processo. Um deles é contar com as carteiras de criptomoedas, que podem funcionar tanto no mundo online quanto no offline.

O mais interessante é que a custódia é um assunto que está cada vez mais em alta, visto que as criptomoedas demonstraram um grande avanço na questão da segurança. Por esse motivo, muitos outros setores querem entender como essa tecnologia funciona, principalmente em relação a questões envolvendo contratos e heranças.

Como funciona a custódia de criptomoedas?

Agora, para que você se aprofunde um pouco mais no assunto, contaremos com mais detalhes como funciona o processo de custódia das criptomoedas.

Pois bem, tudo começa quando há um usuário disposto a comprar criptomoedas e outro que deseja vendê-las.

Esses usuários interagem entre si por meio de uma exchange — uma plataforma de corretagem que existe para fazer essa intermediação. Após a negociação ser aceita por ambos, o vendedor e o comprador autorizam o acordo e a transferência é realizada.

Por fim, o comprador terá as criptomoedas na sua conta dessa plataforma. Muitos não sabem, mas esse valor não está sob custódia do usuário e sim da exchange, visto que as criptomoedas vão estar no seu sistema.

Para que ele possa prosseguir e manter as suas criptomoedas sob custódia será preciso que solicite a transferência para a sua Wallet, ou carteira de criptomoedas. A partir do momento que essa operação é realizada, a criptomoedas estarão sob a custódia do usuário.

Quais os cuidados que devemos tomar?

Agora que você já sabe mais sobre a custódia de criptomoedas e o seu funcionamento, preparamos algumas considerações relacionadas a cuidados que você precisa ter no processo de compra e venda, bem como manter as criptomoedas sob custódia.

Divida os seus ativos entre a exchange e uma carteira própria

O primeiro cuidado que sugerimos é simplesmente que você divida as suas criptomoedas, alocando-as em 2 locais diferentes. O ideal é que uma parte delas se concentre na sua conta da exchange e a outra parte em uma carteira de criptomoedas. A ideia é que a parte que fica na exchange seja para fazer movimentações periódicas, enquanto o restante que for guardado na carteira possa ser levado fisicamente para onde você for, seja em viagens, mudanças e outros tipos de deslocamento.

Usar uma carteira baseada em Hardware

Outra recomendação é que seja utilizada uma carteira baseada em hardware, ou seja, que seja um dispositivo com a utilidade apenas de funcionar o software da Wallet escolhida. Isso também pode parecer apenas um detalhe, mas quando executamos a carteira em um hardware dedicado, praticamente isolamos a possibilidade de qualquer risco relacionado à segurança.

Geralmente, os hardwares feitos somente para a Wallet não contam com um sistema operacional comum, o que evita que a carteira fique exposta a perigos como vírus e fraudes, por exemplo.

Como está a adoção das criptomoedas como meio de pagamento?

Finalizaremos este post mostrando como o mundo das criptomoedas está incluso no que diz respeito à ser considerado uma forma de pagamento. Para isso, preparamos alguns tópicos que falam mais sobre essa realidade hoje, bem como o que é previsto para o futuro.

Criptomoedas para fazer compras

Podemos dizer que as criptomoedas já são aceitas em muitos estabelecimentos, sendo possível realizar compras principalmente pela internet. O Bitcoin é a moeda mais aceita nesse meio, principalmente entre empresas que são referências na combinação varejo e tecnologia.

A Amazon é um dos exemplos que podemos citar. Mas, além desses negócios em específico, há também países que estão trabalhando na regulamentação e criação de uma criptomoeda própria.

Regulamentação das criptomoedas

Há muito se fala que estamos vivendo no ano da regulamentação, que cada vez mais há a iniciativa dos países em querer se aproximar desse mundo para entender como podem caminhar juntos.

Por mais que haja uma certa resistência do mercado financeiro e dos Bancos Centrais, muitos deles já entenderam que precisam se unir a toda a tecnologia que as criptomoedas oferecem para tornar os seus processos melhores.

Portanto, vivemos um grande avanço nessa questão e sabemos que quanto mais iniciativas de regulamentação, maior será a adesão de mercados para aceitar as criptomoedas como forma de pagamento.

Esperamos que, com este post, você tenha entendido melhor o que é e como funciona a custódia de criptomoedas. A ideia é que você saiba também como se proteger e deixar esse ativo tão valioso o mais seguro possível.

Quer saber como podemos ajudá-lo a ter mais segurança ao lidar com a sua carteira de criptomoedas? Então, entre em contato conosco para batermos um papo sobre o assunto!

Conheça o que é carteira digital e quais são os principais tipos

Com as mudanças no comportamento das pessoas e o avanço da tecnologia, o modo como interagimos com o mundo vem sendo transformado drasticamente. Um bom exemplo disso é como realizamos os pagamentos das nossas compras — as cédulas e moedas foram trocadas por cheques, depois veio o uso dos cartões e a novidade da carteira digital.

A carteira Bitcoin tem semelhanças com a carteira tradicional de dinheiro, porém, nela, o armazenamento é virtual. Dessa maneira, ela guarda as informações da identidade do usuário e seus dados financeiros, além de permitir várias operações de maneira mais rápida e cômoda.

Pensando nisso, neste post, explicaremos tudo o que você precisa saber sobre o assunto, destacando o que é a carteira digital, quais tecnologias estão relacionadas a esse sistema e quais são as vantagens que ela oferece. Boa leitura!

O que é carteira digital?

Caso você pretenda usar Bitcoin ou outra moeda virtual, como Ethereum, Ripple e Litecoin, precisará de uma carteira digital. Ela nada mais é que um software usado para armazenar as chaves públicas e privadas para os consumidores interagirem com a rede Bitcoin (Blockchain). Assim, você consegue receber, pagar, transferir e monitorar seu montante.

Como funciona uma carteira Bitcoin?

Ao contrário das carteiras físicas, a carteira digital não armazena a criptomoeda. A rede de Bitcoin é como um banco de dados com transações descentralizadas que ocorrem ao redor do mundo, no qual cada registro contém um endereço de origem, um de destino e uma quantidade de moeda virtual a ser transferida.

Tudo isso é fundamentado por arquivos contendo sequências únicas de caracteres, chamadas de par de chaves. A chave pública, como o próprio nome diz, é acessível publicamente para formar o seu endereço, já a chave privada confirma a posse sobre seu saldo. Dessa maneira, se alguém enviar uma moeda digital para o seu endereço, você só pode utilizá-la se tiver a chave privada.

Ela deve ser armazenada em uma carteira digital segura, pois, como visto acima, é ela que dá acesso a todos os dados dos seus fundos de Bitcoin. Por isso, é importante escolher o tipo da carteira baseando-se na rede que será utilizada para realizar as transações envolvendo moedas digitais.

Quais são as vantagens de usar essas carteiras?

Com a facilidade de utilização das carteiras digitais, percebe-se que o dinheiro tradicional se tornará desnecessário, uma vez que transações financeiras com as moedas virtuais podem ser realizadas por meio do smartphone, que é um dispositivo que se tornou indispensável no dia a dia das pessoas.

Outra vantagem da utilização da carteira Bitcoin é a segurança, pois existem inúmeras empresas que são referências no ramo e usam o sistema para criptografar as informações financeiras e pessoais, mantendo-as em segurança, além de monitorar as transações constantemente em sigilo, visando evitar fraudes e roubo de dados.

Como as suas informações são salvas na carteira digital, não é necessário inseri-las ao realizar cada transação, pois elas são mantidas nesse software de forma confidencial. Vale ressaltar que elas não serão repassadas ao vendedor, somente liberarão o pagamento.

O uso de carteira digital pode beneficiar as pessoas que fazem pagamentos em moedas diferentes, pois já existem aquelas que oferecem o serviço de conversão de moedas com taxas que favorecem o usuário. Outro grande atrativo é a facilidade da transferência de moedas online, pois na carteira tradicional é preciso enfrentar burocracia e, em alguns casos, longas filas nos bancos.

Como pôde perceber, elas são extremamente práticas e podem ser utilizadas em uma grande variedade de segmentos, como no setor de alimentação, moda, viagem, beleza, educação, saúde, entretenimento, entre outros.

Quais são os principais tipos de carteira digital?

Agora que você já sabe o que é, como funciona e quais são as vantagens de utilizá-la, confira abaixo os principais tipos de carteira digital.

Desktop

Esse tipo de carteira é instalado no seu computador ou notebook, ou seja, você tem a posse absoluta das suas chaves privadas, pois elas são armazenadas no disco rígido do seu dispositivo. Ela é considerada mais segura, porque a única brecha para roubo seria um ataque de um hacker ao seu computador.

Mobile

São aplicativos para smartphone ideais para quem usa Bitcoins e outras moedas virtuais diariamente. Ele armazena as chaves privadas e autoriza transações por meio da leitura de um QR Code. Esse tipo de carteira digital tem o mesmo risco de segurança do desktop, mas é preciso mais cuidado. Caso você perca seu dispositivo, consequentemente perderá as criptomoedas armazenadas nele. O ideal é transferir para ele somente o valor que será usado no dia.

Online

Essa carteira funciona de forma similar a qualquer serviço de Internet e é muito prática por permitir o acesso em diversos dispositivos. A sua chave privada é guardada em um servidor na nuvem, no qual você tem acesso à sua conta por meio de nome de usuário e senha. Apesar da praticidade, deve ser analisada a segurança, pois os dados ficam por conta do fornecedor do serviço, então, se o seu servidor for hackeado, você será exposto.

Hardware

São dispositivos que guardam a sua chave privada totalmente offline, ou seja, como uma carteira física. Normalmente, eles têm uma conexão USB que permite realizar as transações na rede Bitcoin ao serem conectados ao computador. Esse tipo de carteira é bastante seguro, porque não permite o acesso pela rede e é imune aos vírus de computadores. Porém, o seu valor de aquisição é alto.

Quais são as carteiras mais populares?

Blockchain.info

O Blockchain.info é um dos mais conhecidos e pioneiros no mercado de carteiras digitais para smartphone. Ele permite que você receba e envie Bitcoin por meio do QR Code e, para aumentar a segurança, a validação das transações é feita por um código PIN. O aplicativo oferece o backup por meio de uma frase-resposta e autenticação de fatores. Ele funciona nos celulares IOS e Android.

Coinbase

Além de ter a função de carteira digital, Esse aplicativo permite a realização da compra e venda de Bitcoin na mesma interface. Ele tem várias camadas de segurança para evitar o ataque de hacker e oferece uma maior variedade de moedas virtuais na sua plataforma, como Bitcoin, Ethereum e Litecoin.

Armory

É uma carteira desktop, ou seja, você precisa instalar o Armory no seu computador e tudo fica armazenado nele. Ele permite o backup dos arquivos (inclusive impresso), tem código aberto e várias camadas de segurança protegendo os dados em caso de ataque de hacker. É muito utilizado pelos usuários mais experientes e que não usam moedas virtuais no dia a dia.

Ledger Nano S

Ele é um dispositivo hardware no formato de pendrive que, ao acessar a sua carteira Bitcoin, solicitará um código PIN para garantir a segurança das informações. Ele ainda não é comercializado oficialmente no Brasil, mas já existem alguns fornecedores no Mercado Livre.

Como dissemos, existem inúmeras vantagens em utilizar a carteira digital para realizar as suas transações financeiras. É prático, seguro e sem burocracia. Vale ressaltar que você pode usar mais de uma carteira Bitcoin ao mesmo tempo, por exemplo, desktop para grandes valores e mobile para transações rotineiras.

Agora que você entende o que é carteira digital, aproveite a visita ao nosso blog e leia agora mesmo o artigo “Descubra agora como fazer o backup de uma carteira de Bitcoins”. Torne-se um especialista no assunto!

Conheça a Nano Criptomoeda e descubra as suas vantagens

Nos últimos tempos, as moedas virtuais são um dos principais assuntos dos investidores, devido à possibilidade de obter maior retorno sobre o capital. Quando se fala em moedas digitais, logo pensamos no Bitcoin, por ser a pioneira e mais famosa. Só que existe uma gama de outros produtos ofertados no mercado, como Criptomoeda Nano.

A sua equipe levantou as principais preocupações sobre a praticidade do Bitcoin em relação à moeda comum, como os problemas de escalabilidade, a alta latência e a prova de trabalho. Dessa forma, eles desenvolveram a Nano Criptomoeda, como uma alternativa eficiente e viável às moedas fiduciárias.

Ficou confuso? Não se preocupe! Continue a leitura que vamos tirar todas as suas dúvidas quanto a essa moeda digital. Vamos lá?

O que é Nano Criptomoeda?

Ela surgiu em dezembro de 2014, para solucionar as dificuldades que as criptomoedas existentes no mercado enfrentam, ou seja, criaram uma moeda digital de alta performance. Diante disso, o seu protocolo pode ser usado em hardwares de baixa potência, permitindo a prática descentralizada. Além de possibilitar que as transações ocorram instantaneamente e com a escalabilidade ilimitada.

A Nano Criptomoeda não necessita minerar, então o seu processo de verificação é simples e instantâneo, e não tem taxa de transação. Dessa forma, ela é ideal para os investidores utilizarem no seu cotidiano, desde o pagamento de um café ou, até mesmo, em uma compra de um produto mais valioso. 

Como ela surgiu?

Colin LeMahieu, formado em ciência da computação pela St. Cloud State University, natural de WoodBury – Minessota, é um desenvolvedor de software que já trabalhou para a AMD, Dell e outras empresas. Em 2010, ao conhecer o Bitcoin, começou a estudar a moeda virtual e analisar os problemas que poderiam ocorrer no futuro.

Dessa forma, em 2014, iniciou o seu projeto de desenvolvimento de uma nova moeda que pudesse contornar esses problemas. Principalmente, na ineficiência energética, na baixa escalabilidade (demora no tempo de processamento) e na alta latência (morosidade na confirmação das transações).

Inicialmente o seu nome era Raiblocks, só que ao passar por uma análise estratégia de marketing, chamada Rebranding — que tem o objetivo de mudar o visual da marca, como denominação, logomarca e dentre outras coisas — perceberam a necessidade de mudar o nome Raiblocks para Nano Criptomoeda, em fevereiro de 2018.

Como adquiri-la?

A Nano Criptomoeda ainda tem poucas opções de carteiras e locais de compra e troca, mas as existentes funcionam com pouquíssima dificuldade. Confira, abaixo, o passo a passo para comprar sem erros:

  1. Primeiro você precisa adquirir Bitcoins, por meio de uma exchange brasileira;
  2. Depois, transfira esses Bitcoins para uma exchange estrangeira que negocie a Nano Criptomoeda;
  3. Na exchange estrangeira, você efetua a compra de suas Nanos Criptomoedas, usando os Bitcoins que você tem;
  4. Como pode não ser seguro armazenar as moedas digitais na exchange, você deve transferir para um local de sua preferência.

Outra forma de comercialização é por meio do P2P, que é a venda direta entre os usuários, assim você não precisa usar um sistema. A compra é feita depositando o valor na negociação na conta do vendedor e ele envia diretamente as Nanos Criptomoedas para a sua carteira. Essa é a forma rápida, só que não é segura, devido a não saber se o vendedor é confiável.

Como ela funciona?

A Nano Criptomoeda utiliza um algoritmo de gráfico acíclico direcionado e emprega sua própria nova tecnologia chamada Block-lattice. É bem parecida com a IOTA, só que não utiliza o DAG para o emaranhado. A infraestrutura da Block-lattice opera parecido com o Blockchain, só que conta com uma diferença fundamental.

Cada conta no protocolo dessa moeda digital tem a sua própria cadeia de contas, chamada Blockchain. Dessa forma, somente um usuário da cadeia de contas pode modificar sua cadeia individual, permitindo que cada cadeia de contas seja atualizada de forma assíncrona do restante da Block-lattice.

Em outras palavras, os usuários conseguem enviar e atualizar blocos em suas cadeias de contas sem depender do restante da rede. No entanto, será necessário realizar duas transações, uma do remetente e outra do destinatário (que deve assinar um bloco confirmando o recebimento) para que uma transação seja liquidada. Essas transações são transmitidas em pacotes User Datagram Protocol (UDP), que conservam os custos baixos e conseguem que os remetentes enviem os fundos mesmo se o destinatário esteja offline.

Quais as suas principais vantagens dessa nova criptomoeda?

Agora, que você já sabe o que é, como surgiu e como adquiri-la, confira, abaixo, as quatro principais vantagens de comercializar essa nova criptomoeda.

Não é minerável

Como a Nano Criptomoeda é eficiente e não necessita de um hardware potente para funcionar, ela não precisa passar pelo processo de minerar (atualização das carteiras existentes dessa moeda digital a cada nova transação realizada). Dessa forma, ela é a moeda virtual mais ecológica.

Confirmação instantânea

Ao implementar um mecanismo de transação dupla, cada conta e suas cadeias podem ser atualizadas de forma assíncrona de toda a rede. Então, cabe ao destinatário e ao remetente dos fundos verificar a transação. Não necessitando passar pelo modelo de prova mínima de trabalho (POW).

Sem taxa entre transações

Como ela conta com a latência aprimorada, novas soluções de escalabilidade, com a eficiência energética e com a descentralização de grandes pools de mineração, a Nano Criptomoeda é isenta de taxas para transações. O que torna uma das grandes vantagens em comercializar essa moeda digital.

Maior segurança

A Nano Criptomoeda mantém sua rede segura, utilizando um modelo delegado de prova de participação (DPoS). Se ocorrerem diferenças com transações conflitantes, as moedas digitais delegadas votam em qual transação verificar se são válidas. O DPoS oferece várias vantagens em comparação com o mecanismo de prova de trabalho (POW) do Bitcoin.

Como você pôde perceber, a Nano Criptomoeda é um projeto que tem um grande potencial e bons fundamentos. No entanto, ela ainda precisa percorrer desafios, como o Bitcoin passou, para conseguir ainda mais a confiança dos investidores. A sua rede ainda é um pouco centralizada, mas tem um enorme potencial de descentralização.

Vale ressaltar que, ela é uma criptomoeda bem volátil e arriscada, como pode ser verificado no histórico de sua cotação. Contudo, por outro lado, essa alternativa pode ser vista como uma grande aposta para o investidor que confia no potencial de valorização do projeto a longo prazo.

Gostou do nosso conteúdo? Então aproveite a visita no nosso blog e leia o artigo “Comprar Criptomoedas: como escolher a melhor opção?”.

Entenda aqui o que é Bull Market e Bear Market

As expressões Bull Market e Bear Market são muito comuns para os investidores que operam na Bolsa de Valores. Apesar de os nomes serem parecidos, o significado indica o oposto. Ou seja, o Bull Market indica a tendência alta no preço das ações no mercado, já o Bear Market significa a queda das criptomoedas.

Existem várias teorias de surgimento desses termos, mas, de forma geral, eles representam os animais que atacam as suas presas. Os touros indicam o gráfico de ações que estão crescendo, como eles jogam as suas presas para o alto com os chifres. Já os ursos indicam os papéis que estão em queda, da mesma forma que eles sufocam as vítimas com as suas patas em direção ao chão.

Ficou confuso? Não se preocupe! Continue a leitura que vamos tirar todas as suas dúvidas quanto a essa tendência e como ela se relaciona com o mercado das criptomoedas. Vamos lá?

O que é Bull Market e Bear Market?

Esse termo é utilizado para mostrar que o mercado está em alta e que essa tendência vai permanecer por um tempo. Ele é muito usado para quem opera com criptomoedas, ações, commodities, mercado imobiliário, dentre outros. O seu termo faz analogia com o touro, pois esse animal, ao capturar a sua presa, a joga para o alto usando o chifre.

Já o Bear Market é considerado como o urso por sufocar a sua presa no sentido do chão. Ou seja, ele indica que o mercado está passando por uma queda, seja pela inflação alta, PIB (Produto Interno Bruto) em declínio, altas taxas de desemprego, dentre outras. Com isso, os preços caem drasticamente, além de perder a confiança dos consumidores e dos investidores no mercado.

Como identificar a tendência geral do mercado?

Como citado acima, o urso e o touro refletem as expectativas do mercado de modo geral. Os investidores conseguem identificar as tendências econômicas de curto a longo prazo, assim, podem analisar se é um bom momento ou não para investir em moedas digitais, por exemplo.

Quando o mercado estiver indicando o Bull Market, os investidores certamente vão querer adquirir ações, Bitcoins e imóveis, por ser um momento otimista. Contudo, esse movimento faz com que os preços subam, devido ao aumento significativo da demanda. Então o ideal é identificar rápido esse momento e já fazer a compra, assim, garante-se a rentabilidade.

Caso você não tenha identificado a tempo, o ideal é esperar para comprar quando ocorrer novamente essa tendência. Fuja de maus negócios que façam que você perca dinheiro, pois logo após um momento de alta aparece um urso. E nesse momento você não pode ficar descapitalizado.

Quando o urso chega, ele espalha o sentimento de ceticismo e desconfiança para os investidores. Dessa forma, muitos correm para vender as suas criptomoedas para evitar prejuízos, pois o seu preço cai com a alta demanda de venda. Então, se você tiver com dinheiro em caixa, esse é o momento ideal de comprar as moedas digitais para investimentos de longo prazo.

Vale ressaltar que ao diversificar os seus investimentos (Bitcoin, Ethereum, Ripple e Litecoin, por exemplo) você consegue sofrer menos com essas oscilações de touro e urso no mercado econômico. Além disso, você pode esperar o momento ideal para vendê-las, ou seja, quando elas estiverem em alta.

Da forma como mencionamos, os termos Bull Market e Bear Market estão diretamente relacionados ao mercado das criptomoedas. Mas, vale lembrar que é importante você entender todas as variáveis de uma moeda digital e as expressões utilizadas na Bolsa de Valores antes de investir o seu dinheiro. 

Agora que você aprendeu sobre as expressões Bull Market e Bear Market, que tal partilhar esse conhecimento com os seus familiares e amigos? Compartilhe este artigo nas suas redes sociais e mostre que está por dentro das moedas digitais e das principais tendências do mercado!

Conheça 4 filmes sobre Bitcoin

Assistir filmes sobre Bitcoin é uma das ferramentas de aprendizado para quem quer entender melhor sobre o mundo dessa criptomoeda. Muitos ainda não sabem, mas existem bons filmes que trazem na sua história um excelente conteúdo sobre o assunto.

Entenda que estamos falando de algo que vai muito além de apenas ser uma boa história, ou então, de ter um bom roteiro, mas sim de um conteúdo que auxilia o entendimento do tema. Destacamos aqui a facilidade que esse tipo de entretenimento tem em transmitir uma mensagem, ou aprendizado, devido à sua linguagem, que é de fácil entendimento.

Sendo assim, trazemos aqui que um filme pode sim auxiliar uma pessoa na sua tomada de decisão de investir ou não em bitcoins. Por isso, preparamos uma lista com 4 filmes sobre Bitcoin para você aprender mais sobre o tema! Veja abaixo quais são eles!

1. Bitcoin – o fim do dinheiro como conhecemos

Esse filme foi lançado em 2015 em forma de documentário nos Estados Unidos. O seu conteúdo é excelente para quem está começando a aprender sobre bitcoins e as criptomoedas no geral.

O seu conteúdo tem um pouco de tudo, desde um panorama sobre a história do dinheiro, até toda a relação que existe entre o dinheiro e os bancos centrais, passando, inclusive, pelo famoso processo de inflação.

Além disso, o filme mostra algumas questões que são tidas como polêmicas, tal como o fato do Bitcoin ser uma forte alternativa às moedas locais, além de toda a revolução nas transações monetárias que vem ocorrendo com as criptmoedas. O filme também mostra o quanto há de margem para pessoas mal-intencionadas aproveitarem as criptomoedas para fazer atos criminosos na internet.

2. Surgimento e ascensão do Bitcoin

Esse é outro documentário, criado em 2014, que fala mais sobre o tema das criptomoedas. O filme mostra uma história real, que se passa em Pittsburgh, mostrando a vida de um programador de 35 anos que se apaixonou pelo Bitcoin.

Contando um pouco mais sobre a história, Dan, o personagem principal, engajou-se fortemente na comunidade do Bitcoin, o documentário mostra toda a sua jornada nesse caminho. O interessante desse filme é que, além da história, é possível entender melhor o mercado de mineração, que é uma das principais atividades desse mundo.

No mais, o documentário mostra como o envolvimento com a criptomoeda afetou a vida pessoal e profissional de Dan.

3. Banking or Bitcoin

Ainda na linha dos documentários, ressaltamos o filme Banking or Bitcoin, que foi criado no ano de 2016. Um dos pontos fortes desse conteúdo é a linha do tempo desde a criação da internet, um acontecimento mais do que disruptivo para a sua época.

Além disso, o documentário mostra a existência da batalha ideológica entre capitalistas e utópicos nesse mundo das criptomoedas. Outro ponto forte está em apresentar como a tecnologia das criptomoedas vão moldar o futuro.

4. Bitcoin in Uganda

Por fim, trazemos aqui um curta muito famoso no mundo das criptomoedas. Nesse caso, é apresentada a história de um jovem morador de Uganda que precisa receber dinheiro por meio da sua irmã, que mora fora do país. Pois bem, essa transferência é feita utilizando o Bitcoin.

Nesse sentido, o filme mostra a história de Robert, o jovem que conheceu a criptomoeda e passou a usá-la com mais prática ao longo da sua vida, conseguindo taxas mais baixas a cada transação, dentre outros avanços.

Deu para perceber que os filmes sobre Bitcoin são excelentes para ajudar qualquer pessoa que queira entrar nesse mundo, certo? Além disso, para quem já conhece o tema, é uma ótima oportunidade para aprofundar o conhecimento.

Você conhece mais algum bom filme sobre Bitcoins? Então, conta para gente nos comentários!